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Prisão preventiva para homem suspeito de ter matado ex-mulher em Cascais

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O homem suspeito de ter matado a ex-mulher no sábado em Cascais vai aguardar julgamento em prisão preventiva, anunciou o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP.

O arguido, de 43 anos, estrangeiro, é suspeito da prática do crime de homicídio em contexto de violência doméstica.

A mulher, também estrangeira, foi morta no sábado à noite, tendo o arguido se colocado em fuga, disse à Lusa na ocasião fonte do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP.

De acordo com a mesma fonte, o homem desferiu “pelo menos duas facadas na zona do tórax” da vítima que, apesar de assistida pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), acabou por morrer no local.

“Após deslocação ao local foi possível apurar que o suspeito terá atacado a sua ex-companheira com uma arma branca, desferindo-lhe vários golpes na zona abdominal e torácica, resultando na morte da vítima, de 38 anos, que foi encontrada na zona de acesso ao prédio onde habitava”, refere.

Segundo a PSP, “o suspeito terá ainda agredido o seu filho, de 20 anos, que tentou impedir as agressões de que a mãe se encontrava a ser vítima, o que lhe veio a causar lesões na zona da cabeça”.

O arguido acabou por ser intercetado na madrugada de domingo, “ainda com marcas de sangue nas roupas”.

Presente a primeiro interrogatório judicial, no Tribunal da Comarca de Lisboa Oeste – Cascais, foi determinada a medida de coação mais gravosa, a prisão preventiva, tendo o homem sido encaminhado para o Estabelecimento Prisional de Caxias.

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PCP tem menos 4.320 militantes do que em 2016

O XXI congresso do PCP realiza-se em 27, 28 e 29 de novembro de 2020 no Pavilhão Paz e Amizade, em Loures, distrito de Lisboa, sob o lema “Organizar, Lutar, Avançar – Democracia e Socialismo”.

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O PCP tem 49.960 militantes, menos 4.320 do que em 2016, segundo o projeto de resolução político que vai ser discutido no XXI congresso do partido, em novembro.

Na proposta de resolução, também conhecida por teses, hoje publicada pelo Avante, jornal oficial do PCP, o partido explica esta redução com o facto de “o número de recrutamentos não ter compensado o número de camaradas que deixaram de contar como membros” do partido, principal devido a falecimentos.

Nos últimos anos, de acordo com o texto, “foram recrutados 3.245 militantes”, a maioria (67%) com menos de 50 anos quando aderiram ao partido.

Na parte dedicada aos órgãos dirigentes, a proposta de resolução admite uma “ligeira redução” no número de membros do comité central, fixando-se, igualmente, uma meta de “natural renovação”.

O comité central deve, segundo as teses, “manter uma ampla maioria de operários e empregados, com uma forte componente operária”, a exemplo do que acontece há décadas no partido que cumpre 100 anos em 2021.

Segundo o documento hoje divulgado, entre os 49.960 membros do partido, a “larga maioria” é de operários e empregados (70,1%), com “uma componente operária de 36,9%”.

O PCP informa ter 2.417 organismos, dos quais 310 são de empresa e local de trabalho e 567 são organismos de residência.

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