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Prisão efetiva para homens que tentaram violar três mulheres em Santarém

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O Tribunal de Santarém condenou esta segunda-feira os dois homens que tentaram violar três mulheres, em setembro de 2018, no centro histórico de Santarém, a seis anos e seis meses e a cinco anos e seis meses de prisão efetiva.

Na leitura do acórdão, a presidente do coletivo justificou as penas de prisão efetiva pela necessidade de “prevenção geral elevadíssima”, pela forma “premeditada” como os dois atuaram em pleno centro histórico de Santarém e à luz do dia, escolhendo mulheres que circulavam sozinhas quando se dirigiam manhã cedo para o trabalho e uma peregrina inglesa que subia uma travessa vinda da estação de comboios da cidade.

Os dois foram condenados por um crime de violação agravada na forma tentada, dois crimes de coação sexual agravada e um crime de roubo (de um fio de ouro e da medalha que tiraram à peregrina).

Além da pena de prisão, os dois foram condenados ao pagamento de indemnizações de 5.000 euros a cada uma das duas mulheres que seguiam para o trabalho e de 7.000 euros à cidadã britânica, uma mulher com 71 anos que fazia o Caminho de Santiago.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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