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Princesa pede proteção em tribunal contra Emir do Dubai

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Foto: Instagram hayabintalhussein

Começou esta terça-feira, em Londres, a batalha judicial pelo divórcio entre a princesa Haya e o emir do Dubai, Mohammed bin Rashid al-Maktoum, de 70 anos.

O caso tornou-se famoso depois de Haya ter fugido do Dubai para Inglaterra com os dois filhos porque o ainda marido suspeitava que tinha um caso com o guarda-costas.

Agora, a princesa – filha do falecido rei Hussein da Jordânia – pede em tribunal para a Justiça a colocar sob proteção contra um casamento forçado, avança a agência de notícias britânica PA.

Na primeira audiência, Haya, de 45 anos, pediu ainda proteção contra a violência e exigiu a guarda total dos dois filhos que os dois têm em comum, Jalila, de 11 anos, e Zayed, de sete.

A princesa é a sexta mulher do emir do Dubai, que tem 23 filhos – duas delas que já tentaram fugir de casa e foram forçadas a regressar. Ambas garantiam viver como prisioneiras nos Emirados Árabes.

Haya, casada com o emir desde 2004, saiu com os dois filhos e, alegadamente, com 35 milhões de euros.

Desde então, tem estado refugiada numa mansão na capital inglesa e, segundo vários órgãos britânicos, goza da proteção da família real, uma vez que mantém uma relação de grande proximidade com o príncipe Carlos e Camilla.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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