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Primeira-ministra britânica demite-se

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Foto: Facebook Theresa May

Theresa May não resistiu à falta de consenso quanto às condições para a saída da União Europeia, o chamado Brexit, e anunciou a demissão.

Numa declaração emocionada, Theresa May disse ter feito o “melhor que conseguiu” para honrar o resultado do referendo de 2016, que defendia a saída da União Europeia.

“Foi a grande honra da minha vida ter sido a segunda primeira-ministra, mas certamente não a última” do Reino Unido, afirmou May, que terminou o discurso com a voz embargada pelas lágrimas.

Sobre a votação do acordo do Brexit negociado por May com a União Europeia rejeitado já três vezes pelo Parlamento britânico e marcada mais uma vez pela primeira-ministra cessante para 3 de junho não foram avançados pormenores. “O meu sucessor terá de encontrar um consenso”, disse a primeira-ministra.

A decisão de May foi anunciada esta sexta-feira de manhã, à porta da sua residência oficial, o número 10 de Downing Street, depois de esta manhã ter estado reunida com Graham Brady, presidente do “Comité de 1922”, responsável pela organização do Partido Conservador.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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