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Presidente do IPO do Porto e autarcas de Santo Tirso e Barcelos entre os detidos pela PJ

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Os presidentes das câmaras de Santo Tirso, Joaquim Couto, e de Barcelos, Miguel Costa Gomes, foram detidos por corrupção, tráfico de influência e participação económica em negócio, disse à Lusa fonte da Polícia Judiciária (PJ).

Além dos autarcas, a PJ deteve o presidente Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto, Laranja Pontes, e a empresária Manuela Couto, esposa de Joaquim Couto.

Na operação policial “Teia” realizaram-se dez buscas, domiciliárias e não domiciliárias, nas zonas do Porto, Santo Tirso, Barcelos e Matosinhos que envolveram dezenas de elementos da Polícia Judiciária – investigadores, peritos informáticos, peritos financeiros e contabilísticos, bem como magistrados judiciais, magistrados do Ministério Público e representantes de ordens profissionais.

Em comunicado, a Diretoria do Norte da PJ explica que a detenção está relacionada com “negócio no âmbito de contratação pública” e resulta de “inquérito titulado pelo Ministério Público – Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) do Porto”.

Em causa está “a prática reiterada de viciação de procedimentos de contratação pública com vista a favorecer pessoas singulares e coletivas, proporcionando vantagens patrimoniais”.

“A investigação, centrada nas autarquias de Santo Tirso, Barcelos e Instituto Português de Oncologia do Porto, apurou a existência de um esquema, mediante a atuação concertada de autarcas e organismos públicos, de viciação fraudulenta de procedimentos concursais e de ajuste direto com o objetivo de favorecer grupos de empresas, contratação de recursos humanos e utilização de meios públicos com vista à satisfação de interesses de natureza particular”, afirma a PJ.

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Brasil volta a somar mais de mil mortes em 24 horas e aproxima-se dos 144 mil óbitos

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Brasil bandeira

O Brasil voltou hoje a registar mais de mil mortes em 24 horas (1.031) devido à covid-19 e aproxima-se dos 144 mil óbitos (143.952) desde o início da pandemia, informou o executivo.

A última vez que o Governo brasileiro somou mais de mil vítimas mortais diárias devido ao novo coronavírus foi em 15 de setembro, quando o país contabilizou 1.113 óbitos.

De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, 486 das 1.031 mortes ocorreram nos últimos três dias, mas só foram incorporadas nos dados de hoje, após confirmação da causa de óbito.

Em relação ao número de casos confirmados, o Brasil ultrapassou hoje os 4,8 milhões de infetados (4.810.935), sendo que 33.413 infeções ocorreram nas últimas 24 horas.

As autoridades de Saúde do país sul-americano investigam ainda a eventual relação de 2.466 óbitos com a doença causada pelo novo coronavírus.

No total, 4.180.376 pacientes diagnosticados já recuperaram da doença no Brasil, país lusófono mais afetado pela pandemia, enquanto que 486.607 infetados estão sob acompanhamento médico.

São Paulo (985.628), Bahia (310.526), Minas Gerais (295.169) e Rio de Janeiro (264.783) são os estados que concentram o maior número de casos positivos da doença.

Já as unidades federativas com mais mortes são São Paulo (35.622), seguido pelo Rio de Janeiro (18.487), Ceará (8.994) e Pernambuco (8.251).

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) recomendou hoje que medidas de prevenção contra a covid-19 sejam reforçadas em Manaus e no restante estado do Amazonas.

Numa nota técnica, a fundação observa a tendência de subida dos casos do novo coronavírus e afirma que a situação “é fortemente influenciada pelos registos associados a residentes de Manaus”.

“Em ambos os casos, esse crescimento ainda é relativamente lento, porém persistente, o que sugere a necessidade de reavaliação de eventuais medidas de flexibilização do distanciamento físico já adotadas ou planeadas para as próximas semanas”, defende o documento.

A instituição salienta que a situação é reversível, desde que medidas de proteção e isolamento voltem a ser cumpridas.

O pico da covid-19 no Amazonas ocorreu entre os meses de abril e maio, quando os sistemas de saúde e funerário entraram em colapso na capital estadual, Manaus.

Uma investigação da Fiocruz indica que Manaus vive uma segunda vaga da doença e sugere ‘lockdown’ (bloqueio total de circulação de pessoas) para conter o avanço, medida já descartada pelo governo local.

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