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Prémios Sophia: “Variações” um dos grandes vencedores

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Variações vence Prémios Sophia, entre outras nas categorias de Melhor Banda Sonora, Melhor Canção Original

O filme de João Maia, dedicado a António Variações venceu 7 estatuetas na edição deste ano dos Prémios Sophia, entre os quais o de Melhor Banda Sonora e Melhor Canção Original, “Quero Dar nas Vistas”, com letra de António Variações, música de Balla (Armando Teixeira) e interpretação de Sérgio Praia (voz) e Melhor Representação Masculina, para Sérgio Praia – no papel de António Variações

Armando Teixeira assumiu a produção musical de Variações e, através das famosas cassetes do artista, deu corpo às músicas que ele gravara na garagem, com músicos amadores, no final dos anos 70.

‘Toma o comprimido’, ‘Teia’, ‘Perdi a memória’, ‘Canção de engate’ ou ‘Quero dar nas vistas’, tema inédito encontrado no espólio de António Variações, são, para além de ‘Na Lama’, algumas das canções que compõem a banda Sonora do filme de tributo à primeira estrela da pop Portuguesa.

Prémios Sophia para “Variações”

Melhor Ator: Sérgio Praia, em Variações
Melhor Ator Secundário: Filipe Duarte, em Variações
Melhor Banda Sonora Original: Armando Teixeira, por Variações
Melhor Canção Original: Quero dar nas Vistas, em Variações (letra de António Variações, interpretação de Sérgio Praia e música de Balla)
Melhor Som: Branko Neskov, Nuno Bento e Tiago Raposinho, por Variações
Melhor Guarda-Roupa: Patrícia Dória, por Variações
Melhor Maquilhagem e Cabelos: Magali Santana e Gena Ramos, por Variações
Melhor Banda Sonora Original -Armando Teixeira, por Variações
Melhor Canção Original
Quero dar nas Vistas, em Variações (letra de António Variações, interpretação de Sérgio Praia e música de Balla)

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Morreu o autor Quino, criador de Mafalda

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O autor argentino Quino, célebre por ter criado a contestatária personagem de banda desenhada Mafalda, morreu hoje, em Mendoza, na Argentina, aos 88 anos, revelou a agência Efe.

Joaquín Salvador Lavado, conhecido como Quino, desenhou e publicou vários livros de desenho gráfico para um público mais adulto, nos quais predomina um humor corrosivo e negro sobre a realidade social e política.

Mas ficou célebre por uma personagem que se tornou numa das mais improváveis comentadoras políticas da atualidade, Mafalda, que surgiu pela primeira vez em 1964.

Quino deixou de desenhar Mafalda em 1973, mas o interesse pela personagem perdura até hoje.

Em 2014, venceu o Prémio Príncipe das Astúrias de Comunicação e Humanidades.

 

Lusa

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