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Prémios Sophia: “Variações” um dos grandes vencedores

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Variações vence Prémios Sophia, entre outras nas categorias de Melhor Banda Sonora, Melhor Canção Original

O filme de João Maia, dedicado a António Variações venceu 7 estatuetas na edição deste ano dos Prémios Sophia, entre os quais o de Melhor Banda Sonora e Melhor Canção Original, “Quero Dar nas Vistas”, com letra de António Variações, música de Balla (Armando Teixeira) e interpretação de Sérgio Praia (voz) e Melhor Representação Masculina, para Sérgio Praia – no papel de António Variações

Armando Teixeira assumiu a produção musical de Variações e, através das famosas cassetes do artista, deu corpo às músicas que ele gravara na garagem, com músicos amadores, no final dos anos 70.

‘Toma o comprimido’, ‘Teia’, ‘Perdi a memória’, ‘Canção de engate’ ou ‘Quero dar nas vistas’, tema inédito encontrado no espólio de António Variações, são, para além de ‘Na Lama’, algumas das canções que compõem a banda Sonora do filme de tributo à primeira estrela da pop Portuguesa.

Prémios Sophia para “Variações”

Melhor Ator: Sérgio Praia, em Variações
Melhor Ator Secundário: Filipe Duarte, em Variações
Melhor Banda Sonora Original: Armando Teixeira, por Variações
Melhor Canção Original: Quero dar nas Vistas, em Variações (letra de António Variações, interpretação de Sérgio Praia e música de Balla)
Melhor Som: Branko Neskov, Nuno Bento e Tiago Raposinho, por Variações
Melhor Guarda-Roupa: Patrícia Dória, por Variações
Melhor Maquilhagem e Cabelos: Magali Santana e Gena Ramos, por Variações
Melhor Banda Sonora Original -Armando Teixeira, por Variações
Melhor Canção Original
Quero dar nas Vistas, em Variações (letra de António Variações, interpretação de Sérgio Praia e música de Balla)

Atualidade

Óscares: “Nomadland – Sobreviver na América” foi o vencedor da noite

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Foto: Facebook Nomadland

“Nomadland – Sobreviver na América” foi o grande vencedor da noite dos óscares, ao levar para casa as estatuetas de Melhor Filme, Melhor Realização e Melhor Atriz, Frances McDormand.

A 93.ª cerimónia dos prémios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas premiou a realizadora chinesa Chloé Zhao, primeira mulher não branca a vencer o Óscar de Melhor Realização por “Nomadland – Sobreviver na América”. A realizadora disse que “é fabuloso ser uma mulher em 2021”, no rescaldo da vitória.

“Sou extremamente afortunada por poder fazer o que gosto”, afirmou Chloé Zhao, nos bastidores da cerimónia de entrega dos Óscares, que decorreu esta madrugada em Los Angeles. “Se esta vitória ajudar mais pessoas como eu a viverem os seus sonhos, sou muito agradecida por isto”.

“Um dos momentos mais felizes para mim esta noite foi quando a Frances ganhou”, contou Chloé Zhao aos jornalistas. “As pessoas podem não saber tudo o que ela fez, como produtora e como atriz, quão aberta e vulnerável foi e quanto me ajudou a fazer este filme”, afirmou. “E como ajudou os nómadas a sentirem-se confortáveis nas gravações. Ela é ‘Nomadland’”.

O filme conta a história de uma mulher (Fern, interpretada por McDormand) que viaja pela América como nómada, vivendo numa caravana, trabalhando em empregos temporários e sobrevivendo na estrada, na sequência da crise económica de 2008.

A história baseia-se num livro de não ficção e o filme, que contou com nómadas da vida real, provocou uma alteração de perspetivas para a própria Chloé Zhao.

A 93.ª cerimónia dos prémios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas decorreu entre a estação de comboios Union Station, na baixa de Los Angeles, e o Dolby Theatre, em Hollywood, com restrições devido à pandemia de covid-19.

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