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Praia de Faro volta a ter bandeira Verde

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Praia

A bandeira verde voltou esta quarta-feira a ser içada na Praia de Faro, depois das análises à água terem revelado “valores dentro dos parâmetros normais” de concentração de coliformes fecais, disse à Lusa o comandante do Porto de Faro.

De acordo com o responsável da Autoridade Marítima Nacional, a bandeira azul voltou também a ser içada, como símbolo de qualidade das águas balneares, numa visível afirmação de que a situação verificada na terça-feira está “completamente ultrapassada”.

Nuno Cortes Lopes recordou que a situação esteve apenas restringida à praia de Faro, reforçando que foi “uma situação pontual” e que a qualidade das águas é monitorizada em permanência pela ARH/Algarve (Administração da Região Hidrográfica.

Os valores ultrapassados se referiam à bactéria Escherichia Coli, vulgarmente conhecida por E.Coli, o que indica uma contaminação por elevada concentração de coliformes fecais.

Quanto à causa, “uma eventual descarga não tratada por parte de uma embarcação” é uma das possibilidades já que, na altura, os ventos e correntes “concentravam tudo na mesma zona” revelou o responsável da Autoridade Marítima.

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GNR apreendeu atum-rabilho com mais de 200 quilos em Ílhavo

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A Unidade de Controlo Costeiro da GNR apreendeu na quarta-feira, na Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, um exemplar de atum-rabilho com 205 quilogramas, bem como 226 quilogramas de pescado fresco de diversas espécies, num valor estimado de 6.980 euros.

Segundo um comunicado da GNR, o pescado foi descarregado de uma embarcação de pesca costeira “sem cumprir com as obrigações respeitantes ao registo obrigatório no diário de pesca das quantidades estimadas de cada espécie, bem como a respetiva notificação prévia antes de chegada a porto”.

A GNR informa que, de acordo com a legislação em vigor, o atum-rabilho faz parte de uma das oito espécies de atum pertencentes à família “Scombridae”, sendo uma espécie e predador de topo, com elevada importância para a pesca comercial e que está em perigo de extinção.

“Foi identificado o mestre da embarcação e elaborado o respetivo auto de contraordenação pelas infrações de não registo obrigatório no diário de pesca e notificação prévia antes de chegada a porto, cujas coimas podem atingir os valores de 75 mil euros e os 125 mil euros, respetivamente”, refere a mesma nota.

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