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Portugueses vão gastar em média 1.300 euros nas férias de verão

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Praia

Quase metade dos portugueses planeiam passar as férias de verão em Portugal, na praia, e com 1.333 euros para gastar, revela um barómetro da Europ Assistance.

A praia vai ser mesmo um destino de eleição, para 61% dos portugueses, mas «existe ainda um número significativo que pretende fazer férias numa cidade: 34%, um valor acima da média europeia que fica pelos 25%».

Outro dos dados revelados pelo barómetro é que o tempo de férias em Portugal será menor que em outros países da Europa: «Portugal fica por 1,7 semanas, enquanto os franceses vão até às duas semanas e os suíços, espanhóis e belgas até às 1,9 semanas».

Na hora de escolher o destino, o orçamento pesa para 69% dos entrevistados nacionais, «enquanto a média europeia ficou nos 53%». Em média, o orçamento disponível para as férias de verão em Portugal será de 1,333 euros, enquanto a média europeia atinge os 2.019 euros, diz o estudo.

Atualidade

Aeródromo de Vila Real fecha por perigo de abatimento na pista

O aeródromo de Vila Real está encerrado a partir de hoje à operação de aviões.

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Aeroporto Viajar

O presidente da Câmara de Vila Real esclareceu esta terça-feira que foi detetado um “perigo de abatimento na pista” do aeródromo municipal, que determinou o encerramento “por tempo indeterminado” e implica um investimento “muito avultado”.

“Há a possibilidade de um abatimento na zona central da pista (…) Há uma linha de água que passa por baixo da pista, essa linha de água tem erodido os sedimentos que estão debaixo da pista, há um perigo de abatimento e, havendo esse perigo, não nos resta mais nada do que encerrar a pista por tempo indeterminado”, explicou Rui Santos, em conferência de imprensa.

Este aeródromo municipal é a sede de dois aviões de combate a incêndios, afetos à Proteção Civil, e é, além de Viseu e de Cascais (distrito de Lisboa), uma das paragens da carreira aérea que liga Bragança e Portimão (no distrito de Faro).

A decisão de encerramento tem implicações nas “normais operações aéreas”, estando a Proteção Civil a estudar localizações alternativas para os aviões médios de combate a incêndios, estando em cima da mesa hipóteses como os aeródromos de Chaves ou Mirandela.

Questionado sobre se este encerramento pode comprometer o combate a incêndios a partir de Vila Real, Rui Santos disse ter a esperança que “tal não aconteça”. “Como disse, os helicópteros podem operar, acresce que há aeródromos à volta, que suportarão o estacionamento de aviões e, caso seja necessário, agirão em conformidade”, frisou.

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