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Portugueses tencionam gastar cerca de 400 euros este Natal

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As famílias portuguesas contam este ano com quase 400 euros em média para as compras de Natal, mais nove euros em relação ao ano passado, com o dinheiro a ser distribuído por prendas, refeições, eventos e viagens, de acordo com um estudo da Deloitte.

Em média, cada agregado deverá gastar 387 euros, com os presentes a consumirem a maior fatia do orçamento (41%), tal como em 2018, seguidos da alimentação.

Excluindo as viagens, o orçamento cai para os 306 euros, segundo um Estudo de Natal 2019 da consultora Deloitte. Ou seja, não só não aumenta como fica oito euros abaixo da despesa realizada no ano passado.

Portugal continua a apresentar-se como um dos mais países mais otimista; apenas 26% dos portugueses consideram que a situação económica do país é negativa, contra 83% em 2012, no pico da crise económica e financeira. De entre os oito países em análise, Portugal é o que regista um índice de confiança económica mais elevado, com 72% dos inquiridos a considerar que a economia nacional é estável ou está em crescimento.

Ainda assim, o orçamento para o Natal é menos de metade do que estava a ser gasto antes da crise, o que para a consultora afasta um regresso aos níveis de despesa de 2008/2009.

Atualidade

Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC) fizeram 11.235 mortos em 2018

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Os acidentes vasculares cerebrais causaram em 2018 o maior número de óbitos, com 11.235 mortes, mas os dados melhoraram em relação ao ano anterior, ao contrário das mortes por doenças respiratórias, que estão a aumentar, segundo o INE.

Os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) indicam que a redução das mortes por AVC nos últimos anos (de 13,9% em 2008 para 9,9% em 2018) foi a que maior impacto teve no decréscimo das mortes causadas por doenças do aparelho circulatório.

Em 2018 morreram 7.241 pessoas por doença isquémica do coração, menos 1% que no ano anterior, o que representa a segunda maior proporção de óbitos (6,4%) em Portugal.

Segundo o INE, registaram-se também 4.620 mortes por enfarte agudo do miocárdio, ou seja, 4,1% da mortalidade, com um aumento de 1,7% no número de óbitos em relação ao ano anterior (4.542).

Em comparação com os AVC e o enfarte agudo do miocárdio, a doença isquémica do coração apresenta as taxas brutas de mortalidade mais elevadas nos grupos etários inferiores a 65 anos.

As doenças do aparelho respiratório causaram 13.305 óbitos em 2018, um aumento de 3,8% em relação ao ano anterior, representando 11,7% da mortalidade total ocorrida no país.

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