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Portugueses não estão dispostos a fazer sacrifícios pelas gerações futuras

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Jovens Pessoas Grupo

A maioria dos portugueses diz-se muito preocupada com o futuro das novas gerações mas defende que os jovens devem aprender a viver com menos recursos.

A conclusão é de um estudo que traça a realidade atual do país quanto à questão da justiça intergeracional e é o primeiro passo do projeto “De hoje para amanhã” da Fundação Calouste Gulbenkian.

Por exemplo, se cerca de 85% da população portuguesa considera que a Segurança Social não vai dar às gerações futuras os mesmos benefícios, mais de 70% dos portugueses recusa um corte de 10% na sua pensão para os mais novos terem garantida esta prestação.

Mais de metade (52,9%) discorda do aumento dos “impostos para investir em novas tecnologias que garantam às gerações futuras um meio ambiente pelo menos igual ao das gerações presentes” . Já quando questionados sobre se as gerações futuras devem aprender “a viver com menos” e a utilizar “menos recursos e energia”, a maioria (57,9%) concorda.

Luís Lobo Xavier, diretor do Programa Gulbenkian Sustentabilidade, admite que existem sinais de egoísmo, “com todas as gerações inquiridas a terem propensão a escolher as decisões que as auto beneficiam, numa tendência que é mais forte entre quem tem entre 20 e 40 anos e, sobretudo, nos portugueses com mais de 65 anos”.

Nos próximos anos, a Gulbenkian quer promover junto dos políticos e dos cidadãos, uma maior consciencialização sobre o impacto que têm no futuro, os compromissos que assumimos no presente.

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Novos aviões da TAP investigados após enjoos e vómitos a bordo

O problema poderá estar no sistema de renovação do ar. 

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Vários tripulantes e passageiros da TAP apresentaram, nos últimos meses, queixas de enjoos e vómitos a bordo dos novos aviões A330Neo.

O mais recente episódio dos vários registados aconteceu na semana passada, durante um voo para o Brasil.

De acordo com a TSF, a tripulação sentiu-se mal no final da viagem e os pilotos foram vistos a usar uma máscara na aterragem para garantirem que respiravam o ar adequado. O mesmo já teria acontecido noutros voos. Segundo a estação de rádio, o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) já recebeu cerca de dez relatos de tripulantes preocupados.

Segundo a TSF, o problema pode estar relacionado com uma renovação insuficiente do ar dentro dos novos aviões – os mais recentes aparelhos ao serviço da companhia portuguesa -, que faz com que este atinja valores que podem causar indisposições no final de viagens longas.

A TAP confirmou ao JN, em resposta escrita, ter “registo de relatos de casos pontuais de tripulantes com ligeiras indisposições”, afastando que tais sejam motivados pela circulação de ar.

A Airbus já reuniu com a companhia aérea, o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil e a Associação Portuguesa de Tripulantes de Cabine, a fim de apurar a causa do problema.

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