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Portugal Masters: Tom Lewis defende título, Melo Gouveia e Figueiredo tentam manutenção

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O inglês Tom Lewis inicia hoje a defesa do título do Portugal Masters, que decorre até domingo em Vilamoura, enquanto os portugueses Ricardo Melo Gouveia e Pedro Figueiredo jogam pela manutenção no European Tour.

O inglês, 46.º colocado na Corrida ao Dubai, é o único bicampeão do torneio português, dotado de 1,5 milhões de euros em prémios, e vai defender o título diante algumas das maiores estrelas do circuito europeu, como os dois antigos líderes do ‘ranking’ mundial, Lee Westwood e Martin Kaymer, e do também britânico Matt Wallace, quinto colocado na Corrida ao Dubai.

Entre a comitiva nacional, composta por 10 jogadores, Ricardo Melo Gouveia e Pedro Figueiredo vão procurar fazer uma grande exibição e lutar pela vitória no Dom Pedro Victoria Golf Course (Par 72), para tentarem conquistar a manutenção no European Tour.

Tanto Melo Gouveia, 168.º classificado na Corrida ao Dubai, como Figueiredo (177.º) precisam de ganhar o Portugal Masters para somar os respetivos 460 pontos e ascender ao ‘top-115’ da hierarquia, garantindo assim a permanência no circuito europeu na próxima temporada.

Um lugar entre os cinco primeiros do evento português, que distribui 2.750 pontos, apenas deverá ser suficiente para integrar o ‘top-145’ da Corrida to Dubai e dar acesso à fase final da Escola de Qualificação, que terá lugar no Lumine Golf Club, em Espanha, entre 15 e 20 de novembro, e apurará os 25 primeiros e empatados para o European Tour.

A 13.ª edição do Portugal Masters arranca hoje, às 08:00, no Dom Pedro Victoria Golf Course, sendo que Pedro Figueiredo inicia a primeira volta às 13:40, dez minutos antes de Melo Gouveia sair do ‘tee’ do buraco um.

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Atualidade

Benfica pode ter de vir a jogar à porta fechada

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O Tribunal Arbitral do Desporto considerou improcedente o recurso do Benfica ao castigo de disputar um jogo de futebol à porta fechada.

Fonte oficial do Benfica confirmou hoje à Lusa que vai recorrer para o Tribunal Central e Administrativo do Sul da decisão de segunda instância tomada na segunda-feira, suspendendo a pena de um jogo à porta fechada e de uma multa de 11.475 euros impostos ao Benfica.

Este castigo foi imposto pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, pelo comportamento dos adeptos ‘encarnados’ na visita ao Estoril Praia, em 21 de abril de 2018, “traduzido no arremesso de algumas tochas para o terreno de jogo” aquando dos golos das ‘águias’, que venceram por 2-1.

Na ocasião, o Benfica recorreu, primeiro, para o pleno do CD da FPF, que viria a manter o castigo, e, depois, para o TAD, alegando que não era “promotor do espetáculo desportivo”, por estar a jogar como visitante.

Na decisão de segunda-feira, à qual a Lusa teve acesso, o TAD “declara totalmente improcedente o recurso interposto pela demandante [Benfica] e confirma integralmente a decisão disciplinar recorrida”.

Fonte conhecedora do processo explicou à Lusa que esta instância de apelo refutou a exclusão de responsabilidade para os clubes visitantes, defendendo, mesmo nestes casos, vigilância apertada sobre os seus adeptos.

 

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