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Portugal está melhor preparado para enfrentar uma crise – Ministro das finanças

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O ministro das Finanças, Mário Centeno, argumentou que Portugal está hoje “incomparavelmente melhor dotado do ponto de vista económico e financeiro” para enfrentar uma crise, quando comparado com 2008. Melhor preparado porque melhor dotado nas finanças públicas e nas empresas e famílias.

A “última” crise pela qual Portugal passou foi “uma crise única”, que Mário Centeno considerou que não deverá voltar a ser observada “nos próximos tempos, com a mesma dimensão e com as mesmas características”, até porque o país possui hoje “instrumentos” que não tinha “naquela altura”.

Centeno dirigia-se aos jovens alunos da escola de verão de assuntos europeus Summer CEmp, que hoje arrancou em Monsaraz, no concelho de Reguengos de Monsaraz (Évora), numa iniciativa da Representação da Comissão Europeia em Portugal.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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