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Portugal entre os países onde os salários menos subiram

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Dinheiro 500 euros

Portugal teve o quarto menor aumento do custo horário da mão-de-obra em 2018, face ao ano anterior (1,4%). Subiu uma média de 14 para 14,2 euros, a quarta menor percentagem, segundo o Eurostat.

Os custos salariais mais baixos foram registados, no ano passado, na Bulgária (5,4Euro/hora), Roménia (6,9Euro), e Hungria (9,2Euro).

Os mais elevados aconteceram na Dinamarca (43,5Euro/hora), Luxemburgo (40,6Euro) e Bélgica (39,7Euro).

Na zona euro, a média do custo horário da mão-de-obra foi de 30,6 euros e na União Europeia (UE) de 27,4 euros.

A maior subida homóloga foi para a Letónia (12,9%) e a menor registou-se em Malta (0,4%).

Os gastos que as empresas têm com obrigações sociais representaram, em Portugal, 20,1% do custo horário da mão-de-obra, no ano passado.

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Porto e Gaia querem tabuleiro inferior da Ponte Luís I sem trânsito automóvel

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Foto: Wikipédia

As câmaras do Porto e de Gaia abandonaram a ideia de colocar passadiços no exterior do tabuleiro inferior da Ponte Luís I, que liga os dois municípios, e defenderam a exclusão do trânsito automóvel.

Numa sessão dedicada às pontes entre Porto e Gaia, no âmbito do Ciclo “Inovação Fora de Portas – Engenharia Civil à Mostra”, no Porto Innovation Hub, o vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, Pedro Baganha, revelou que o projeto está “parado e abandonado”, acrescentando que “não chegou a ir a Conselho de Cultura”, dado que chumbaria se tal sucedesse.

Quando foi anunciado, em 2015, o projeto previa a construção de dois passeios de dois metros do lado de fora do tabuleiro inferior da Ponte Luís I.

A construção dos passadiços suspensos custaria cerca de 600 mil euros e necessitaria da autorização da Direção Regional da Cultura do Norte. Contudo, as autoridades competentes do património levantaram dúvidas quanto a esta pretensão.

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