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Portugal e Espanha querem mais investimento nas regiões de fronteira

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Deputados espanhóis e portugueses aprovaram hoje um documento em que se pede aos dois governos ibéricos que adotem medidas, no âmbito da próxima cimeira luso-espanhola, para o desenvolvimento das regiões transfronteiriças, tirando partido dos fundos europeus.

Este documento de conclusões resultou do VIII Fórum Parlamentar Luso Espanhol, que juntou ao longo do dia de hoje dezenas de deputados de Portugal e de Espanha na Assembleia da República, e com o qual se pretende dar “um contributo” para os trabalhos da próxima cimeira de governos luso-espanhola, que se realiza na Guarda, no dia 02 de outubro.

Os deputados portugueses e espanhóis prometem aprofundar o relacionamento entre as suas instituições parlamentares, “através da criação de estruturas mais flexíveis”, e defendem a atribuição de prioridade à cooperação entre os territórios de fronteira, tendo como base o Quadro Financeiro Plurianual 2021/2027 e o Plano de Recuperação e Resiliência.

No breve discurso que fez na sessão de encerramento, a presidente do Congresso dos Deputados de Espanha, a socialista catalã Meritxell Batet, sustentou que a cooperação institucional entre os dois países não se deve limitar aos respetivos governos e salientou a importância dos parlamentos como órgãos de soberania “pluralistas”.

No mesmo sentido, o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, observou que, mesmo no quadro da pandemia de covid-19, se “consolidou” o diálogo entre os parlamentos de Portugal e de Espanha.

 

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PAN afirma que Governo pondera confinamento geral em dezembro

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O PAN afirmou hoje que o Governo pondera decretar confinamento geral na primeira quinzena de dezembro para preservar o período de Natal, mas adiantou que essa medida não é certa e requer vigência do estado de emergência.

Esta eventual medida a tomar pelo Governo foi transmitida aos jornalistas pelo porta-voz do PAN (Pessoas Animais Natureza), André Silva, no final da reunião com o primeiro-ministro, António Costa, destinada a discutir medidas de combate à covid-19 que possam sair do Conselho de Ministros extraordinário deste sábado.

André Silva disse que a possibilidade de se repetir um confinamento geral, tal como aconteceu em março e abril, durante a primeira metade de dezembro, “foi aflorada em termos de fim de gradualismo, ou como uma medida mais restritiva”.

“Na opinião do primeiro-ministro, se for o caso, essa medida procura antecipar ou prever aquilo que poderá ser um impacto enorme ao nível do Natal, fazendo com que as pessoas fiquem mais consciencializadas e reduzam os contactos. É preciso que se chegue ao Natal com a possibilidade de juntar a família”, justificou.

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