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Portugal barra cada vez mais brasileiros nas fronteiras

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No ano passado, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) barrou a entrada em Portugal a 3.758 pessoas, 75% vindas do Brasil, de acordo com o “Jornal de Notícias” (JN). Os cidadãos impedidos de entrar em Portugal não apresentavam uma razão válida para estar no país ou não tinham o visto em ordem.

A crise económica, a insegurança e a situação política estarão na origem do crescente número de brasileiros a vir para terras lusas. “Nem sempre os consulados dão a informação completa, por exemplo, que os turistas precisam de ter um seguro de saúde”, explica Cyntia de Paula, presidente da Casa do Brasil.

Face a este aumento de 2% no controlo das chegadas de estrangeiros a Portugal – ainda assim residual, porque representa só 0,02% de todas as entradas no país -, fonte oficial do SEF diz que a sua missão é o “combate à imigração ilegal e criminalidade transfronteiriça”.

Em 2018, só a Casa do Brasil em Lisboa, atendeu 476 novas pessoas (estão apenas contabilizados os que procuram pela primeira vez a associação). Já este ano, desde janeiro até ao início de abril, tinha atendido 278 novas pessoas, disse a responsável, que faz parte da associação desde 2012 e é presidente desde 2017.

Esta nova vaga é composta por diversos grupos, desde as pessoas com menos qualificação profissional, a um maior número de pessoas com mais qualificação, muitos estudantes universitários, que já estavam a chegar desde 2009, mas que continuam a crescer, explicou.

Atualidade

Novos aviões da TAP investigados após enjoos e vómitos a bordo

O problema poderá estar no sistema de renovação do ar. 

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Vários tripulantes e passageiros da TAP apresentaram, nos últimos meses, queixas de enjoos e vómitos a bordo dos novos aviões A330Neo.

O mais recente episódio dos vários registados aconteceu na semana passada, durante um voo para o Brasil.

De acordo com a TSF, a tripulação sentiu-se mal no final da viagem e os pilotos foram vistos a usar uma máscara na aterragem para garantirem que respiravam o ar adequado. O mesmo já teria acontecido noutros voos. Segundo a estação de rádio, o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) já recebeu cerca de dez relatos de tripulantes preocupados.

Segundo a TSF, o problema pode estar relacionado com uma renovação insuficiente do ar dentro dos novos aviões – os mais recentes aparelhos ao serviço da companhia portuguesa -, que faz com que este atinja valores que podem causar indisposições no final de viagens longas.

A TAP confirmou ao JN, em resposta escrita, ter “registo de relatos de casos pontuais de tripulantes com ligeiras indisposições”, afastando que tais sejam motivados pela circulação de ar.

A Airbus já reuniu com a companhia aérea, o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil e a Associação Portuguesa de Tripulantes de Cabine, a fim de apurar a causa do problema.

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