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Desporto

[Porto e Gaia]: É o regresso 30 anos depois da minha primeira vitória” – Joaquim Gomes

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Foto: facebook.com/Volta a Portugal

A Volta a Portugal em Bicicleta sai para a rua a 31 de julho, mas já se dão as primeiras “pedaladas” ao nível da promoção.

E nesta Volta 81, já se sabe que arranca na cidade do Viriato, com um prólogo. Na véspera, também em Viseu, é feita a apresentação das equipas.

Em entrevista à Record FM, o diretor da prova, Joaquim Gomes, destacou a importância que Viseu costuma ter na maior prova do calendário velocipédico do país: “Recebe sucessivamente inícios e finais de Volta. Muitas vezes, acolhe também finais de etapa, com o consequente dia de descanso e muitas outras atividades satélites à própria volta. Viseu é o palco de início desta octogésima primeira edição da Volta a Portugal que irá percorrer mais uma vez o centro urbano, o centro histórico de Viseu e que terá, também, como palco de partida e final do prólogo, a Avenida da Europa”.

No ano em que a Volta sopra 92 velas (a primeira competição saiu para as estradas em 1927) uma das grandes novidades é o regresso ao Porto e Vila Nova de Gaia. Precisamente o contra-relógio final que liga as duas cidades numa homenagem ao Rio Douro.

Para Joaquim Gomes, além de todo o impacto e justiça de trazer Porto e Gaia à Volta, há todo um simbolismo pessoal: “A última vez que o Porto recebeu um final de Volta a Portugal foi em 1989, a última com 21 dias. E registo com muito agrado pois foi a primeira Volta a Portugal que venci. Uma Volta carregada de emoção, felizmente que os dois responsáveis destes magníficos municípios – Porto e Vila Nova de Gaia – permitiram o regresso, 30 anos depois de ter obtido a minha primeira vitória”. Vitória, refira-se, com a camisola da Sicasal vestida.

Joaquim Gomes e o fim da Volta a Portugal 81, com pronúncia do norte.

 

Desporto

Portugal conquista Mundialito de futebol de praia

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Foto: Facebook Município da Nazaré

A seleção portuguesa de futebol de praia conquistou esta quinta-feira a 23.ª edição do Mundialito, ao vencer por 4-2 a Espanha, no terceiro e último encontro da prova que decorreu na Nazaré.

Depois das vitórias sobre Senegal (7-1) e Japão (4-2), a formação comandada por Mário Narciso só precisava de um empate para erguer o troféu e foi precisamente esse o resultado que se registava no final do primeiro período, com golos de Rúben Brilhante, para Portugal, e José Cintas, para a Espanha.

No segundo terço, Bruno Torres e Jordan Santos recolocaram a equipa das quinas em vantagem, antes de Belchior dilatar o marcador no terceiro período.

Pouco depois, David Ardil reduziu para os espanhóis, fechando as contas da partida.

Com três triunfos no mesmo número de jogos, Portugal terminou o Mundialito com nove pontos, enquanto a Espanha foi terceira, com três.

No outro jogo da última ronda do Mundialito, o Senegal bateu o Japão, por 3-2, após prolongamento, e assegurou o segundo posto da prova, com seis pontos. Já os nipónicos ficaram no último lugar, sem qualquer ponto.

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