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Polícia brasileira intima cantor Eduardo Costa a depor sobre suspeita de ameaças

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A Polícia Civil intimou o cantor sertanejo Eduardo Costa, na manhã desta quarta-feira, a prestar depoimento sobre um caso de supostas ameaças envolvendo outro músico mineiro, avança o portal R7.

Os agentes da Deajec (Delegacia Adjunta ao Juizado Especial Criminal) de Belo Horizonte estiveram na casa do músico no bairro Bandeirantes, na região da Pampulha, esta manhã.

Fontes ligadas às investigações indicam que os esclarecimentos são relativos a supostas ameaças que teriam sido feitas contra o músico Clayton, dupla com Romário, que teria um relacionamento com a ex-noiva de Eduardo Costa.

Um advogado de Clayton procurou a polícia no último 23 de dezembro para denunciar a situação envolvendo o cliente.

De acordo com o boletim de ocorrência, Eduardo Costa e o irmão Weliton Costa teriam escrito mensagens direcionadas a Clayton, por não aceitar o suposto envolvimento do músico com Victória Villarim.

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Médicos do Centro dizem que SNS 24 encaminha crianças suspeitas de covid-19 “sem critério clínico” para urgências

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A Ordem dos Médicos do Centro lamentou hoje que a linha SNS 24 esteja a encaminhar crianças e jovens “sem critério clínico” para as urgências hospitalares e pediu a definição urgente de “um plano seguro e com medidas inequívocas”.

“Há crianças a ir às urgências hospitalares sem necessidade, não há estruturas extra-hospitalares para a realização de testes às crianças mais pequenas e, nas críticas, nem a linha SNS 24 escapa”, refere a secção regional do Centro da Ordem dos Médicos, em comunicado enviado à agência Lusa.

Na sequência de uma reunião com os diretores de serviço de pediatria dos hospitais da região Centro, esta estrutura considera que “a realidade afigura-se bastante problemática”.

“No âmbito de casos suspeitos de covid-19 em crianças e jovens, cada unidade hospitalar tem os seus procedimentos próprios, mas falta clareza nas medidas a adotar nestes casos”, refere o presidente da secção regional do Centro da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes.

Por isso, pede “a intervenção urgente da tutela para que se evitem situações caóticas a nível das instituições de saúde, nomeadamente nos serviços de urgência, nas famílias e nas escolas”.

Segundo Carlos Cortes, “as orientações dadas pela linha SNS 24 em relação a crianças são frequentemente incorretas do ponto de vista da referenciação, já que muitas situações não urgentes são sistematicamente encaminhadas para os serviços de urgência de pediatria”.

“Sucedem os casos, perante a indefinição de critérios da linha SNS 24, em que as crianças são encaminhadas para os serviços de urgência dos hospitais sem qualquer critério clínico de gravidade que o justifique, sendo, muitas vezes, apenas para a realização de teste SARS-CoV”, acrescenta.

No seu entender, “deve ser reforçada a importância e a necessidade de rever as possibilidades de articulação entre os cuidados hospitalares e os cuidados de saúde primários na orientação das crianças com doença aguda, de forma a tentar evitar o recurso a serviços hospitalares de urgência pediátricos em casos em que tal não é efetivamente necessário em termos clínicos”.

Estes problemas estão elencados numa carta enviada ao Ministério da Saúde, à Direção-Geral da Saúde e à Administração Regional de Saúde do Centro, “para que a tutela promova, de forma urgente”, a articulação entre os serviços hospitalares, os cuidados de saúde primários e as autoridades de saúde pública da região Centro.

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