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Plano Nacional de Leitura quer 10 minutos de leitura, por dia, por prazer

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O Plano Nacional de Leitura quer que os alunos do 2.º e 3.º ciclos passem “10 minutos a ler”, uma iniciativa para incentivar a leitura por prazer com um investimento de 70 mil euros na atualização de bibliotecas escolares.

“No Plano Nacional de Leitura resolvemos fazer este convite alargado às escolas. Queremos introduzir a leitura por prazer e que os alunos percebam o valor cultural da leitura”, disse à Lusa a comissária do Plano Nacional de Leitura (PNL), Teresa Calçada, sobre a iniciativa que envolve 70 escolas e que é hoje apresentada.

“10 minutos a ler” pretende fomentar o gosto pela leitura e ajudar a combater os problemas de literacia. Para isso, o PNL disponibilizou 70 mil euros para as escolas interessadas em aderir ao projeto poderem renovar os títulos disponíveis nas suas bibliotecas, porque “nem sempre têm dinheiro para o fazer”, e oferecer uma escolha aos alunos que vá ao encontro daquilo que eles estão interessados em ler.

Ao desafio candidataram-se mais de 200 escolas e o PNL selecionou as 70 primeiras que responderam e cumpriam alguns requisitos exigidos para receber o apoio, como disponibilizar a lista de livros que queriam comprar.

Caberá às escolas decidir de que forma aplicam o projeto.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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