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Plano apresentado pelo Governo promete resolver falta de militares

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O Governo apresenta hoje um Plano de Ação para a Profissionalização, como resposta a um estudo que revela haver pouca apetência dos jovens pelo serviço militar e confirma uma redução do número de efetivos desde que o serviço militar deixou de ser obrigatório, especialmente nos últimos dez anos.

O plano será apresentado durante o seminário “Serviço Militar: Escolher um Futuro”, que irá decorrer ao longo de todo o dia em Lisboa.

Em entrevista à agência Lusa, a secretária de Estado, Ana Pinto, reconheceu que “tem existido uma contração do efetivo em regime de contrato ou em regime de voluntariado”, mas salientou que o Plano a apresentar hoje contempla medidas para inverter a situação e para cada ramo das Forças Armadas (FA).

E, com esse plano a cinco anos, acrescentou, espera-se capacidade para recrutar jovens e capacidade para os reter mais tempo.

“E temos várias medidas, designadamente o Regime Especial de Contrato, que alarga a capacidade de permanência no período de tempo ao serviço nas FA, e queremos ter também essa capacidade de reinserir esses profissionais no mercado de trabalho, quando termina o contrato. Temos uma série de medidas que procuram qualificar e certificar a formação que é dada nas FA para depois serem aplicadas no mercado de trabalho e inserir estes trabalhadores altamente capacitados e qualificados”, resumiu a secretária de Estado.

Nas palavras de Ana Pinto, pretende-se com o “pacote” de medidas que é hoje apresentado tornar as FA atrativas e dar a conhecer melhor o percurso profissional que pode ser desenvolvido.

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Pastel de Nata elogiado pela Bloomberg

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A Bloomberg, agência norte-americana, elogiou a especialidade portuguesa e prevê mesmo que se possa tornar “tão omnipresente quanto o croissant” francês.

A popularização do nosso pastel por supermercados, cafés e padarias por todo o mundo mereceu, por isso, destaque da Bloomberg.

“Uma sobremesa improvável está a caminho de se tornar tão omnipresente quanto o croissant“, começa por categorizar a agência. E se há uma década o pastel de nata “estava limitado à obscuridade”, agora a especialidade parece ser encontrada em cada esquina.

A simplicidade do bolo — que deve ser comido com as mãos e não de garfo e faca, como sublinha a Bloomberg — e a antiga origem da sua receita são duas das particularidades elogiadas no artigo.

E se o custo acessível que tem em Portugal reúne elogios, logo é feita a comparação com os preços praticados nas lojas de Londres, por exemplo, onde uma nata pode custar até três libras (cerca de 3,50 euros).

Segundo a agência, foi mesmo em Inglaterra que o Lidl chegou a vender dois mil pastéis de nata por hora nos seus supermercados britânicos.

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