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Pingo Doce obriga mulher a despir casaco e tirar sapatilhas em público

Alda Costa conta que ficou retida na loja da Avenida Heróis de Angola, em Leiria, perto de 4 horas.

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Uma mulher apresentou queixa junto da PSP e da ASAE após ter sido revistada e obrigada a tirar o casaco e as sapatilhas por responsáveis da loja do Pingo Doce, em Leiria, segundo a CMTV.

O episódio aconteceu no dia 10 de fevereiro, perto do meio-dia, quando Alda Costa se preparava para sair da loja da Avenida Heróis de Angola, com as compras, quando o alarme da caixa disparou.

Depois disto, uma funcionária terá pedido à mulher para tirar o casaco e as sapatilhas. Alda alega que pediu para o fazer num sítio privado. No entanto, o seu pedido foi ignorado e viu-se obrigada a mostrar os pertences em frente aos clientes.

Contactada pelo Correio da Manhã, fonte oficial do Pingo Doce referiu, após análise da videovigilância, que Alda Costa se mostrou “muito exaltada” quando o alarme disparou e acrescentou ainda que não é política do Pingo Doce que os funcionários ou seguranças sejam responsáveis pelas revistas.

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Novos aviões da TAP investigados após enjoos e vómitos a bordo

O problema poderá estar no sistema de renovação do ar. 

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Vários tripulantes e passageiros da TAP apresentaram, nos últimos meses, queixas de enjoos e vómitos a bordo dos novos aviões A330Neo.

O mais recente episódio dos vários registados aconteceu na semana passada, durante um voo para o Brasil.

De acordo com a TSF, a tripulação sentiu-se mal no final da viagem e os pilotos foram vistos a usar uma máscara na aterragem para garantirem que respiravam o ar adequado. O mesmo já teria acontecido noutros voos. Segundo a estação de rádio, o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) já recebeu cerca de dez relatos de tripulantes preocupados.

Segundo a TSF, o problema pode estar relacionado com uma renovação insuficiente do ar dentro dos novos aviões – os mais recentes aparelhos ao serviço da companhia portuguesa -, que faz com que este atinja valores que podem causar indisposições no final de viagens longas.

A TAP confirmou ao JN, em resposta escrita, ter “registo de relatos de casos pontuais de tripulantes com ligeiras indisposições”, afastando que tais sejam motivados pela circulação de ar.

A Airbus já reuniu com a companhia aérea, o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil e a Associação Portuguesa de Tripulantes de Cabine, a fim de apurar a causa do problema.

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