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Pingo Doce da Régua já abriu depois de um reforço de segurança

O supermercado está localizado num dos bairros sociais da cidade de Peso da Régua, as Alagoas, mais conhecido como o bairro Verde.

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Supermercado Fruta Legumes

A loja do Pingo Doce em Peso da Régua já abriu depois de um reforço de segurança para colmatar as preocupações dos funcionários, disse esta segunda-feira fonte oficial da cadeia de supermercados.

Os funcionários do Pingo Doce da cidade duriense, no distrito de Vila Real, recusaram-se a trabalhar esta manhã em protesto pela “falta de segurança”, depois de desacatos verificados no domingo que obrigaram à intervenção da GNR.

O supermercado abriu ao final da manhã depois, segundo a fonte oficial do Pingo Doce, de um reforço de segurança pedido pela empresa.

A fonte disse que a empresa “compreende as preocupações” e que “está solidária” com os trabalhadores.

No domingo à noite, a patrulha da GNR foi chamada ao supermercado devido a um desentendimento por causa de uma ave exótica.

Um vidro das montras do estabelecimento foi partido, numa altura em que funcionários ainda estavam no seu interior.

Os trabalhadores dizem que este tipo de situações ocorre com frequência e queixam-se da “falta de condições de segurança”, pelo que esta manhã decidiram não trabalhar.

Atualidade

GNR apreendeu atum-rabilho com mais de 200 quilos em Ílhavo

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A Unidade de Controlo Costeiro da GNR apreendeu na quarta-feira, na Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, um exemplar de atum-rabilho com 205 quilogramas, bem como 226 quilogramas de pescado fresco de diversas espécies, num valor estimado de 6.980 euros.

Segundo um comunicado da GNR, o pescado foi descarregado de uma embarcação de pesca costeira “sem cumprir com as obrigações respeitantes ao registo obrigatório no diário de pesca das quantidades estimadas de cada espécie, bem como a respetiva notificação prévia antes de chegada a porto”.

A GNR informa que, de acordo com a legislação em vigor, o atum-rabilho faz parte de uma das oito espécies de atum pertencentes à família “Scombridae”, sendo uma espécie e predador de topo, com elevada importância para a pesca comercial e que está em perigo de extinção.

“Foi identificado o mestre da embarcação e elaborado o respetivo auto de contraordenação pelas infrações de não registo obrigatório no diário de pesca e notificação prévia antes de chegada a porto, cujas coimas podem atingir os valores de 75 mil euros e os 125 mil euros, respetivamente”, refere a mesma nota.

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