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Petição pública contra obras em Leixões chega ao Parlamento

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Foto: Facebook Diz Não Ao Paredão

A petição pública a contestar o prolongamento do quebra-mar do Porto de Leixões, em Matosinhos, foi submetida à Assembleia da República com mais de 6.500 assinaturas.

À Lusa, o porta-voz do Movimento “Diz Não ao Paredão”, Humberto Silva, uma das entidades que em parceria com a Surfrider Foundation Porto lançou a petição, explicou que o abaixo-assinado não é contra o Porto de Leixões dada a sua importância económica, social e política, mas sim uma contestação ao projeto atual.

“A extensão do molhe nas condições apresentadas exibe por si um risco ambiental, social e económico que a Surfrider Foundation Europe e grande parte da comunidade local considera inaceitável, pelo que gostaríamos que tivesse um maior escrutínio público, nomeadamente na Assembleia da República”, reforçou.

Humberto Silva salientou que o objetivo da petição é levar os deputados a suspender os trabalhos porque o Estudo de Impacto Ambiental (EIA), apesar de aprovado pela Agência Portuguesa do Ambiente, revela-se insuficiente quanto à qualidade da água porque não existe uma efetiva modelação/previsão de quais as consequências sobre esta.

Em fevereiro, a ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, anunciou um investimento de cerca de 217 milhões de euros, dos quais 147 são investimento público, até 2023 no porto de Leixões para aumentar a sua competitividade portuária.

As empreitadas envolvem o prolongamento do quebra-mar exterior em 300 metros, aprofundamento do canal de entrada, anteporto e bacia de rotação, a criação do novo terminal no Molhe Sul e a melhoria das condições de operação do porto de pesca.

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Novos aviões da TAP investigados após enjoos e vómitos a bordo

O problema poderá estar no sistema de renovação do ar. 

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Vários tripulantes e passageiros da TAP apresentaram, nos últimos meses, queixas de enjoos e vómitos a bordo dos novos aviões A330Neo.

O mais recente episódio dos vários registados aconteceu na semana passada, durante um voo para o Brasil.

De acordo com a TSF, a tripulação sentiu-se mal no final da viagem e os pilotos foram vistos a usar uma máscara na aterragem para garantirem que respiravam o ar adequado. O mesmo já teria acontecido noutros voos. Segundo a estação de rádio, o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) já recebeu cerca de dez relatos de tripulantes preocupados.

Segundo a TSF, o problema pode estar relacionado com uma renovação insuficiente do ar dentro dos novos aviões – os mais recentes aparelhos ao serviço da companhia portuguesa -, que faz com que este atinja valores que podem causar indisposições no final de viagens longas.

A TAP confirmou ao JN, em resposta escrita, ter “registo de relatos de casos pontuais de tripulantes com ligeiras indisposições”, afastando que tais sejam motivados pela circulação de ar.

A Airbus já reuniu com a companhia aérea, o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil e a Associação Portuguesa de Tripulantes de Cabine, a fim de apurar a causa do problema.

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