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Peneda-Gerês: Copiloto que caiu no combate ao incêndio encontra-se estável

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Incendio floresta

O estado de saúde do copiloto do avião ‘Canadair’ que caiu no sábado no combate ao incêndio que continua ativo em Portugal e Espanha, perto do Parque Nacional da Peneda-Gerês, mantém-se estável, disse hoje fonte hospitalar.

Em declarações à Lusa, fonte oficial do Hospital de Braga explicou que o copiloto do avião ‘Canadair’, de 39 anos e nacionalidade espanhola, “está estabilizado” e “fora de perigo de vida”, como já tinha sido avançado no domingo.

O copiloto, de 39 anos e de nacionalidade espanhola, que sofreu ferimentos graves na sequência da queda do helicóptero está internado desde sábado passado no Hospital de Braga.

O acidente com o avião que combatia um incêndio no Parque Nacional da Peneda-Gerês, em Lindoso, concelho de Ponte da Barca e distrito de Viana do Castelo, vitimou no sábado o piloto português, de 65 anos, que vivia em Leiria.

Segundo o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), quando o primeiro helicóptero mobilizado para o socorro aos pilotos do ‘Canadair’ chegou ao local, cerca de uma hora depois do alerta, o piloto português estava “em paragem cardiorrespiratória”.

A equipa do INEM fez manobras de suporte básico de vida “sem conseguir reverter a paragem”.

De acordo com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), o avião despenhou-se num acidente junto à Barragem do Alto do Lindoso, na sequência de uma operação de reabastecimento de depósito de água.

O incêndio continua ativo com pequenos focos. Já arderam cerca de 500 hectares, um quinto em território nacional. Incêndio deve ficar dominado nas próximas horas.

Atualidade

GNR fecha espaço noturno em Gaia com mais de 100 pessoas

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A GNR encerrou na quarta-feira um estabelecimento de diversão noturna com mais de 100 pessoas em Vila Nova de Gaia, numa altura em que os ajuntamentos estão limitados a 10 pessoas face à situação de contingência.

Em comunicado, esta força policial referiu que este espaço, em Gaia, no distrito do Porto, funcionava com música ao vivo.

Já à agência Lusa, fonte da GNR revelou que o estabelecimento tinha também a pista de dança aberta, levando à aglomeração de grande parte das pessoas na mesma.

O proprietário do estabelecimento, de 61 anos, foi detido e constituído arguido, tendo o processo de desobediência baixado a inquérito.

Segundo a fonte, esta operação insere-se nas ações de fiscalização com vista ao cumprimento das normas referentes à pandemia da covid-19 que, diariamente, os militares têm levado a cabo.

 

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