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Pelo menos cinco turistas mortos em tempestade na Grécia

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Pelo menos cinco turistas, incluindo uma criança, morreram na madrugada desta quinta-feira devido a uma forte tempestade que atingiu a região de Calcídica, no norte da Grécia.

A queda de uma árvore causou a morte de um homem, de nacionalidade russa, e do seu filho de dois anos num hotel na estância balnear de Cassandra, a cerca de 70 quilómetros de Salonica, a segunda maior cidade da Grécia.

Na localidade perto de Propontida, um casal da República Checa morreu quando a sua caravana foi levada pelas fortes rajadas de vento, e um romeno foi fatalmente ferido quando o telhado de um prédio foi arrancado, de acordo com as autoridades policiais.

Existem ainda informações que apontam para a possibilidade de mais vítimas mortais.

Na região de Calcídica foi declarado estado de emergência, e o ministro da Proteção Civil, Michalis Chryssohoidis, deslocou-se ao local para assistir às operações dos bombeiros.

A Grécia, afetada nos últimos dois dias por altas temperaturas, chegando a 37 graus, foi atingida na noite de quarta-feira por violentas tempestades de granizo, acompanhadas por rajadas fortes de vento, especialmente no norte do país.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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