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Desporto

Paulo Gonçalves: Caravana do Dakar cumpriu minuto de silêncio

Paulo Gonçalves participava no Dakar pela 13.ª vez desde 2006, ano de estreia na prova.

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Paulo Gonçalves

A caravana do Rali Dakar cumpriu este domingo um minuto de silêncio em memória do piloto português Paulo Gonçalves, que hoje morreu na sequência de uma queda durante a sétima etapa da prova de todo-o-terreno.

A homenagem aconteceu no acampamento da caravana, situado em Wadi ad-Dawasir (Arábia Saudita), na presença de todos os pilotos, incluindo os de motas e de quads.

A organização do Rali Dakar decidiu cancelar a oitava de 12 etapas para motas e quads, prevista para segunda-feira, devido à morte do piloto português na tirada de hoje.

A decisão foi tomada “em conjunto com equipas e pilotos” e surge devido à “consternação” que afetou “sobretudo os pilotos das motas”, pois o português “era uma figura querida da prova, imensamente respeitado, tanto pelos veteranos como pelos menos experientes, pilotos que o admiravam e se sentiam inspirados por ele”, escreveu a organização, em comunicado.

A anulação da etapa, com partida e chegada em Wadi ad-Dawasir, surge “para dar tempo aos pilotos de fazerem o luto” pela morte do piloto português.

Paulo Gonçalves era o mais veterano dos pilotos que lutava pelos lugares cimeiros, o único dos principais ‘motards’ que ainda tinha participado nas edições africanas da prova. Os restantes já se retiraram ou passaram para os automóveis.

O piloto português morreu hoje na sequência de uma queda durante a sétima de 12 etapas da 42.ª edição do Rali Dakar de todo-o-terreno, na Arábia Saudita.

De acordo com a informação da Amaury Sport Organization (ASO), o alerta foi dado às 10:08 horas locais, menos três em Lisboa.

Foi enviado de imediato um helicóptero que chegou junto do piloto às 10:16, tendo encontrado Paulo Gonçalves inconsciente e em paragem cardiorrespiratória.

“Depois de várias tentativas de reanimação no local, o piloto foi helitransportado para o hospital de Layla, onde foi confirmada a morte”, referiu a organização.

Desporto

Japão vai pedir adiamento de um ano dos Jogos Olímpicos

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O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, decidiu propor ao Comité Olímpico Internacional o adiamento dos Jogos Olímpicos Tóquio2020 por um ano devido à pandemia da covid-19, anunciou hoje a televisão pública japonesa NHK.

Segundo a mesma fonte, citada pelas agências internacionais, esta é a proposta em discussão na conversa por videoconferência entre o primeiro-ministro japonês e o líder do Comité Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, que está a decorrer.

A NHK refere ainda que Shinzo Abe quer que a decisão do COI seja tomada “o mais rápido possível”.No domingo, o COI anunciou que vai deliberar num período de quatro semanas sobre a realização dos Jogos Olímpicos Tóquio2020, que deverão decorrer entre 24 de julho e 09 de agosto, devido à pandemia da Covid-19, com o adiamento na agenda, mas não o cancelamento.

O Comité Olímpico de Portugal (COP) pediu na segunda-feira firmeza e rapidez no anúncio de uma solução de adiamento dos Jogos Olímpicos Tóquio2020, numa carta enviada ao presidente do COI.

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