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Parque de Campismo da Caparica fecha para obras

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O Parque de Campismo Inatel Caparica, em Almada, fecha hoje as portas para obras de requalificação, mas foi alargado até 13 de janeiro o prazo para os utentes retiraram os seus equipamentos, foi hoje divulgado.

Inicialmente, o prazo para os utentes retirarem os seus equipamentos terminava hoje.

O Parque vai estar aberto, apenas, entre as 09:00 e as 18:00, exclusivamente para que, nos casos em que ainda não retiraram os equipamentos o possam fazer, impreterivelmente, até 13 de janeiro”, refere a Fundação Inatel, numa resposta enviada à agência Lusa.

Segundo a Inatel, as obras vão decorrer em infraestruturas de ordenamento do espaço, linhas de distribuição das águas, redes de esgotos, redes de ataque a incêndios, recuperação de espaços comuns e implementação dum projeto turístico.

As obras serão feitas de forma a estarem terminadas antes da época balnear de 2021.

No final de setembro, cerca de 100 utentes não tinham condições financeiras para retirar os equipamentos do parque de campismo, como exigido, havendo 18 famílias que temiam ficar desalojadas.

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Abstenção mais elevada de sempre em eleições para PR

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A abstenção nas eleições presidenciais deste domingo foi de 54,55 por cento no território nacional.

Nestas eleições em contexto de pandemia,  votaram 4,2 milhões de eleitores, menos de metade dos 9,3 milhões de inscritos no território nacional.

A taxa de abstenção, que se situou nos 54,55 por cento, foi a mais elevada em eleições presidenciais, ultrapassando a registada na reeleição de Cavaco Silva, em 23 de janeiro de 2011, em que 53,56 por cento dos eleitores optaram por não ir às urnas.

Estes dados referem-se apenas a Portugal continental e Regiões Autónomas, faltando apurar todos os resultados das votações no estrangeiro.

As eleições presidenciais de 2021 voltaram a confirmar a tendência para uma maior abstenção quando se trata de um segundo mandato.

Os votos brancos atingiram 1,11 por cento e os nulos 0,94 por cento. No primeiro caso, esta percentagem foi menor relativamente às eleições presidenciais de 2016, nas quais se registaram 1,24 por cento de votos brancos, mas os votos nulos foram, nestas eleições, em maior percentagem em comparação com os 0,92 por cento de 2016.

 

Lusa

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