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PAN declara apoio a candidatura de Ana Gomes 

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O Pessoas-Animais-Natureza (PAN) declarou hoje o seu apoio à candidata Ana Gomes, nas eleições presidenciais de janeiro de 2021, após decisão da Comissão Política Nacional do partido.

O anúncio foi feito pela líder parlamentar, Inês Sousa Real, em conferência de imprensa na sede do partido, em Lisboa.

“O PAN decidiu apoiar a canidatura de Ana Gomes à Presidência da República”, anunciou, considerando que a antiga eurodeputada é uma “candidata forte e independente”.

O PAN é o segundo partido a anunciar o apoio à antiga eurodeputada, depois de o Livre o ter feito no final de setembro.

A diplomata e ex-eurodeputada socialista Ana Gomes confirmou no início de setembro que vai ser candidata a Presidente da República.

Na semana passada, o porta-voz do PAN, questionado sobre o assunto, referiu que o partido se encontrava “a fazer esse debate internamente” e adiantou que “muito em breve” tomaria uma posição oficial sobre as eleições presidenciais.

Nas presidenciais de 2016, o Pessoas-Animais-Natureza declarou apoio à historiadora, escritora e ex-jornalista Manuela Gonzaga, que acabou por desistir antes das eleições por não ter conseguido a validação das 7.500 assinaturas necessárias para oficializar a candidatura.

A seis meses do fim do mandato do atual Presidente da República, são já oito os pré-candidatos ao lugar de Marcelo Rebelo de Sousa.

São eles o deputado André Ventura (Chega), o advogado e fundador da Iniciativa Liberal Tiago Mayan Gonçalves, o líder do Partido Democrático Republicano (PDR), Bruno Fialho, a eurodeputada e dirigente do BE Marisa Matias, a ex-deputada ao Parlamento Europeu e dirigente do PS Ana Gomes, Vitorino Silva (mais conhecido por Tino de Rans), o ex-militante do CDS Orlando Cruz e a partir de hoje João Ferreira, do PCP.

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Portugal no bom caminho de atingir metas climáticas para 2030

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Portugal é o país da União Europeia  mais perto de atingir as suas metas climáticas de redução de emissões até 2030, relativamente aos níveis de 2005, segundo um relatório hoje publicado pela Comissão Europeia.

No relatório, o executivo comunitário prevê que, com as medidas atuais, Portugal ultrapassará em 23% a meta estipulada pela Comissão Europeia para 2030 (uma redução de 17% das emissões de gases com efeito de estufa relativamente aos níveis de 2005), atingindo um declínio de 40% das emissões.

Caso sejam introduzidas as medidas adicionais previstas no Plano Nacional de Energia e Clima (PNEC), a Comissão prevê que Portugal registe uma redução de 47%.

 

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