Ligue-se a nós

Atualidade

PAN apela à intervenção de Marcelo e Costa na crise ambiental na Amazónia

Publicado

O PAN apelou hoje ao Presidente da República e ao primeiro-ministro que intervenham na crise ambiental na Amazónia, chamando os embaixadores do Brasil, Paraguai e Bolívia, e levando o possível congelamento de acordo com o Mercosul ao Conselho Europeu.

O eurodeputado do PAN (Pessoas-Animais-Natureza), Francisco Guerreiro, faz um conjunto de apelos em duas cartas abertas dirigidas ao chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, e ao líder do executivo, António Costa.

Francisco Guerreiro pede a Marcelo Rebelo de Sousa que garanta “que, na próxima visita oficial do Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, a Portugal, agendada para o início de 2020, os tópicos do desmatamento, da destruição da biodiversidade e da selva amazónica, da perseguição a ativistas ambientais, tal como a tentativa de usurpação de terras demarcadas indígenas, sejam prioritários na agenda bilateral”.

O deputado europeu quer também que o Presidente português chame o representante diplomático do Brasil e esclareça qual a posição oficial daquele país “relativamente ao cumprimento do Acordo de Paris e ao princípio do desmatamento zero”.

O PAN quer ainda que Marcelo solicite junto do secretário-geral da ONU, António Guterres, “os meios científicos, diplomáticos e financeiros que garantam a rápida e urgente elaboração de um roteiro internacional para a regeneração da floresta amazónica e que proactivamente incluam o Brasil, o Peru, a Colômbia, a Venezuela, o Equador, a Bolívia, a Guiana, o Suriname e a Guiana Francesa no centro deste roteiro”, assim como assegurar “junto das instituições europeias e dos países da CPLP o apoio a este roteiro internacional”.

Ao primeiro-ministro, o eurodeputado pede-lhe que convoque com urgência “os embaixadores do Brasil, do Paraguai e da Bolívia em Portugal para tomar conhecimento e discutir as ações que estão a ser tomadas pelos seus governos em relação aos atuais incêndios, ao desmatamento decorrente e à destruição generalizada da floresta amazónica”.

Francisco Guerreiro pretende ainda que António Costa garanta que, na próxima reunião do Conselho Europeu, a 10 e 11 de outubro, seja incluída na ordem de trabalhos “o congelamento, por tempo indeterminado, da implementação do Acordo Transnacional da União Europeia com o Mercosul”.

 

Com Lusa

Publicidade

COMENTÁRIOS

Atualidade

Farmácias vão parar 23 minutos esta quarta-feira

Publicado

As farmácias vão parar 23 minutos esta quarta-feira, das 15 horas às 15h23, para sensibilizar o Estado para o pagamento de serviços prestados gratuitamente, principalmente durante a pandemia da covid-19.

Nesse período a plataforma informática de dispensa das receitas eletrónicas ficará inativa, mas Manuela Pacheco, presidente da Associação de Farmácias de Portugal, garante que a paragem não vai comprometer a prestação de serviços aos utentes. Segundo a responsável, o objetivo é «sensibilizar» para a situação «de risco» das farmácias e reivindicar medidas que possam «garantir a sua sobrevivência».

Em declarações à Rádio Observador, Manuel Pacheco adiantou que as farmácias tiveram 12 mil processos de utentes que não podiam dirigir-se aos hospitais e que precisavam de medicação e, por isso, assumiram uma dívida de 76 milhões de euros para garantir acesso a medicamentos.

Continue a ler

Populares