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Palmeiras de Abel Ferreira na final da ‘Libertadores’

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Foto: Facebook/Abel Ferreira

O Palmeiras, comandado pelo treinador português Abel Ferreira, qualificou-se pela quinta vez para a final da Taça Libertadores em futebol, apesar de perder por 2-0 na receção ao River Plate, na segunda mão das meias-finais.

Depois do triunfo por 3-0 na Argentina, na primeira mão, os brasileiros quase perderam a vantagem, ao sofrerem dois golos, marcados pelo paraguaio Robert Rojas, aos 29 minutos, e o colombiano Rafael Santos Borré, aos 44.

O conjunto brasileiro, que ganhou a prova pela única vez em 1999, sob o comando do ex-selecionador português Luiz Felipe Scolari e foi finalista vencido em 1961, 1968 e 2000, vai defrontar na final o vencedor da eliminatória entre Santos e Boca Juniors, em 30 de janeiro, no Maracanã, no Rio de Janeiro.

Santos e Boca Juniors decidem hoje no Estádio Vila Belmiro, em Santos, o segundo finalista, na segunda mão das meias-finais, depois do empate a zero no La Bombonera, em Buenos Aires.

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Abstenção mais elevada de sempre em eleições para PR

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A abstenção nas eleições presidenciais deste domingo foi de 54,55 por cento no território nacional.

Nestas eleições em contexto de pandemia,  votaram 4,2 milhões de eleitores, menos de metade dos 9,3 milhões de inscritos no território nacional.

A taxa de abstenção, que se situou nos 54,55 por cento, foi a mais elevada em eleições presidenciais, ultrapassando a registada na reeleição de Cavaco Silva, em 23 de janeiro de 2011, em que 53,56 por cento dos eleitores optaram por não ir às urnas.

Estes dados referem-se apenas a Portugal continental e Regiões Autónomas, faltando apurar todos os resultados das votações no estrangeiro.

As eleições presidenciais de 2021 voltaram a confirmar a tendência para uma maior abstenção quando se trata de um segundo mandato.

Os votos brancos atingiram 1,11 por cento e os nulos 0,94 por cento. No primeiro caso, esta percentagem foi menor relativamente às eleições presidenciais de 2016, nas quais se registaram 1,24 por cento de votos brancos, mas os votos nulos foram, nestas eleições, em maior percentagem em comparação com os 0,92 por cento de 2016.

 

Lusa

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