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Pais de bebé Matilde agradecem generosidade dos portugueses

A bebé sofre de Atrofia Muscular Espinhal – AME Tipo I, a forma mais grave da doença.

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Foto: Facebook Matilde, uma bebé especial

Matilde, a bebé de dois meses que sofre de uma doença rara, já recebeu mais de 166 mil euros em ajudas para o tratamento, de acordo com os pais.

Segundo os pais, o tratamento requer um medicamento novo, o Zolgensma “gene therapy”, aprovado nos EUA pela FDA (Food and Drug Administration) e que aguarda aprovação na Europa. Medicamento que tem um custo de dois milhões de dólares, cerca de um milhão e quatrocentos mil euros.

Na página Matilde, uma bebé especial os pais escrevem que “graças a toda a vossa generosidade, a Matilde já 166,704 mil euros (cerca de 189,803 mil doláres), 166,704 mil passos dados com destino à meta da cura, ainda nos falta um longo caminho (a viagem dos milhões de passos) para percorrer nesta corrida contra o tempo, e é de coração cheio que chegamos aqui e conseguimos ver algum horizonte, tudo graças a todos vocês”.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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