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Pai de Moise Kean desiludido com Juventus: “Não me deu os tratores”

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Foto: Pixabay

É companheiro de Cristiano Ronaldo, uma das revelações no futebol italiano e mesmo internacional. O avançado Moise Kean,  tornou-se no mais novo jogador de sempre a marcar pela seleção italiana.

Tem um bom contrato com a Juve, um bom futuro, mas quem não está contente é o pai. Tudo por causa de bilhetes e dois tratores.

A história é simples. Em 2017, Moise Kean esteve quase a deixar a Juventus mas o pai do jovem avançado acabou por convence-lo a ficar. Em contrapartida, Biorou Jean Kean pediu a Juventus dois tratores agrícolas.

“A Juve ofereceu um contrato de 700 mil euros por ano, bastante bom. Mas o problema é que me prometeram dois tratores para o meu negócio agrícola na Costa do Marfim e agora dizem que não há dinheiro para isso. Tenho vários hectares de terra no meu país e quero cultivar arroz e milho. Pedi a maquinaria e disseram-me que não haveria nenhum problema, mas agora as coisas mudaram”, contou, o pai à estação de rádio italiana Rai Radio 1.

O pai da jovem revelação italiana afirma que a Juventus não cumpriu o acordado e que ele ainda não recebeu os tratores prometidos e os bilhetes para assistir aos jogos do seu filho.

O jovem avançado, de 19 anos, acabou por renovar com a vecchia signora mas esta quarta-feira, o pai revelou que a promessa do clube de Turim ainda não foi cumprida.

“A Juventus já não me dá bilhetes para os jogos e também não me deu os dois tratores que prometeu. A mãe dele queria levá-lo para Inglaterra, mas eu convenci-a a deixá-lo em Itália para poder continuar na Juventus. Em troca eu pedi dois tratores, mas eles ainda não me deram nada”, revelou em entrevista à Rai Radio 1.

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Benfica, FC Porto e Sporting com perdas de 27 ME mês – especialist​​​​​​a

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Benfica, FC Porto e Sporting podem perder mais de 27 milhões de euros por cada mês de paragem do futebol devido à pandemia de covid-19, estimou à agência Lusa o especialista de gestão desportiva Alfredo Silva.

Segundo o professor da Escola Superior de Desporto de Rio Maior Alfredo Silva, coordenador da licenciatura de Gestão das Organizações Desportivas, as perdas para os denominados ‘três grandes’ podem chegar a esses valores somando as três “áreas de negócio” mais relevantes em termos de receitas.

Se na bilheteira pode existir “uma perda real mensal de 4,3 milhões de euros”, números ponderados com os mais de 3,5 milhões de espetadores que assistiram a jogos da I Liga em 2018/19, a maior fatia dos quais em torno destes três rivais, os valores sobem muito mais quando se fala de transmissões televisivas.

Com o campeonato parado, não só os adeptos não podem marcar presença nos estádios, como não conseguem assistir às partidas em casa, através da televisão.

Nesse cenário, e assumindo uma paragem de um mês, as perdas com a distribuição televisiva das partidas, bem como outros conteúdos relacionados, originariam “uma perda de 17 milhões de euros” para os três clubes.

O outro eixo de perdas possíveis prende-se com os patrocínios e outros contratos de publicidade, que podem “ser mitigadas” para os clubes, mas acabam por afetar mais “as empresas e marcas patrocinadoras”.

“Os contratos poderão ser renegociados, facto que pode originar [para os clubes] perdas mensais de seis milhões de euros”, acrescenta o docente universitário.

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