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Daft Punk acabam depois de 28 anos a fazerem o mundo dançar

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Guy-Manuel de Homem-Christo e Thomas Bangalter puseram o mundo a dançar, vestidos de robôs e com as suas batidas eletrónicas. Agora, 28 anos depois de tudo ter começado, acabaram com o duo Daft Punk.

A notícia do fim do duo-francês começou por ser dada de forma algo enigmática, levantando dúvidas, através de um vídeo de oito minutos publicado na conta oficial dos Daft Punk nas redes sociais com o título “Epílogo” — um excerto do filme de ficção científica Electroma, que o duo realizou e que versava sobre a busca de dois robôs por se tornarem humanos. Uma premissa que não era inocente à forma robótica como se apresentaram ao mundo.

A notícia do fim do grupo foi, porém, confirmada entretanto à publicação musical Pitchfork pela assessora de comunicação de Guy-Manuel de Homem-Christo e Thomas Bangalter, dupla que o mundo conhecia até aqui pelo nome do projeto que os unia. Não foi no entanto dada qualquer explicação para os motivos do fim dos Daft Punk.

O duo deixa o mundo marcado por vários sucessos como a canção “Get Lucky” em parceria com o cantor Pharrel Williams, o seu grande sucesso “One more time” , e as suas duas participações nas musicas do The Weeknd “Starboy” e “I feel it coming”.

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Programa Apoiar reforça apoios para empresas encerradas devido à pandemia

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A alteração ao regulamento do programa Apoiar determina novos apoios para as empresas que se mantêm encerradas devido à pandemia de covid-19, designadamente bares e discotecas, anunciou hoje o Governo.

Numa nota enviada às redações, o gabinete do ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, destaca que “este reforço da liquidez” se traduz “numa duplicação do apoio extraordinário já atribuído, correspondente ao valor do incentivo apurado referente ao último trimestre de 2020”.

A medida visa “melhorar as condições de tesouraria das empresas para fazerem face aos compromissos de curto prazo, contribuindo para a sua subsistência durante e após o surto pandémico”, é salientado no comunicado.

O gabinete de Siza Vieira refere que, no caso das empresas com quebras de faturação entre os 25% e os 50%, “o reforço do apoio pode atingir os 13.750 euros para as microempresas e os 33.750 euros para as pequenas, médias e grandes empresas”.

“Caso as quebras tenham sido superiores a 50%, o apoio pode ascender a 20.625 euros ou 50.625 euros, respetivamente”, é acrescentado.

A alteração ao regulamento do programa Apoiar aplica-se retroativamente às candidaturas que já foram aprovados e o ajustamento dos valores a receber será feito de forma automática, depois de confirmadas as condições de acesso, explica o Governo.

Lusa

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