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Ordem dos Enfermeiros paga 36 mil euros para ter enfermeira em telenovela

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Foto: Facebook Liliana Santos

A Ordem dos Enfermeiros (OE) pagou 36.080 euros para ter uma enfermeira na telenovela da SIC Nazaré, avança o jornal Público.

Trata-se da enfermeira Cláudia, personagem interpretada pela atriz Liliana Santos.

De acordo com o contrato, publicado em agosto no portal BASE de contratação pública e assinado a 25 de julho de 2019, o “objetivo é a aquisição de serviços de promoção e difusão da profissão de enfermeiro em programa televisivo”.

A aquisição foi confirmada ao jornal pela própria bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Ana Rita Cavaco. “Sim, é verdade. Esta situação está inscrita na estratégia de divulgação e dignificação da profissão”, afirmou a bastonária, sublinhando que “não foi por acaso que a palavra ‘enfermeiro’ foi escolhida como a palavra do ano em 2018”.

Ana Rita Cavaco defende que ter uma personagem numa telenovela é uma forma de “pôr a sociedade a pressionar o poder político para as questões que têm envolvido a profissão” e também de “retratar a profissão com tudo o que ela tem inerente para saber o que faz um enfermeiro”.

Segundo Ana Rita Cavaco, há outras entidades a patrocinar personagens em telenovelas. “A EMEL, por exemplo”, referiu.

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Porto e Gaia querem tabuleiro inferior da Ponte Luís I sem trânsito automóvel

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Foto: Wikipédia

As câmaras do Porto e de Gaia abandonaram a ideia de colocar passadiços no exterior do tabuleiro inferior da Ponte Luís I, que liga os dois municípios, e defenderam a exclusão do trânsito automóvel.

Numa sessão dedicada às pontes entre Porto e Gaia, no âmbito do Ciclo “Inovação Fora de Portas – Engenharia Civil à Mostra”, no Porto Innovation Hub, o vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, Pedro Baganha, revelou que o projeto está “parado e abandonado”, acrescentando que “não chegou a ir a Conselho de Cultura”, dado que chumbaria se tal sucedesse.

Quando foi anunciado, em 2015, o projeto previa a construção de dois passeios de dois metros do lado de fora do tabuleiro inferior da Ponte Luís I.

A construção dos passadiços suspensos custaria cerca de 600 mil euros e necessitaria da autorização da Direção Regional da Cultura do Norte. Contudo, as autoridades competentes do património levantaram dúvidas quanto a esta pretensão.

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