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Oito agentes da PSP condenados pelas agressões na Cova da Moura

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Justiça

O Tribunal de Sintra condenou, esta segunda-feira, a penas até cinco anos de prisão, oito dos 17 agentes da PSP acusados de, em 2015, agredirem e ofenderem seis jovens do bairro da Cova da Moura, na esquadra de Alfragide, na Amadora.

Só um agente irá cumprir pena efetiva, por já ter antecedentes criminais no exercício das suas funções. Foram todos absolvidos dos crimes de tortura e racismo.

O caso remonta a 5 de fevereiro de 2015, quando, segundo a acusação do Ministério Público (MP), os 17 agentes da PSP espancaram e ofenderam com insultos racistas e xenófobos, no interior da esquadra de Alfragide (Amadora), seis jovens da Cova da Moura.

Os factos, que terão acontecido após uma detenção alegadamente ilegal naquele bairro, terão sido depois “branqueados” nos autos de notícia dos acontecimentos. Em 2015, a PSP difundira que a esquadra tinha sido alvo de uma tentativa de invasão por cerca de uma dezena de amigos do jovem detido – uma versão reiterada, durante o julgamento, por pelo menos uma parte dos arguidos.

Nas alegações finais, o procurador do MP deixou cair as acusações de racismo e tortura, por considerar que os agentes da PSP não agiram com “ódio racial”, mas defendera a sua condenação pelos crimes de sequestro, falsificação de documento e ofensas à integridade física.

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Subiu para 13 o número de pessoas infetadas no hospital de S. José

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Hospital Saúde Médico

O surto de covid-19 no hospital de S. José, em Lisboa, atingiu mais uma pessoa, sendo agora 13 aqueles que testaram positivo à doença, segundo fonte do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central.

Um funcionário de limpeza do hospital teve também um teste positivo à Covid-19, juntando-se aos sete doentes, quatro enfermeiros e um assistente operacional, que já eram conhecidos.

Os sete doentes infetados, que foram transferidos para o hospital Curry Cabral, vão repetir o teste dentro de oito dias, adiantou a mesma fonte.

Na sequência deste surto, que teve início na quarta-feira, foram realizados 109 testes aos profissionais do hospital, aguardando-se o resultado de 15 resultados.

 Na quinta-feira, a presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, Rosa Valente de Matos, disse, em conferência de imprensa, que foram ativados todos os procedimentos no hospital e que não há motivo para alarme.

“O Hospital de São José tem tomado e continuará a tomar todas as medidas de segurança para que os doentes possam vir com segurança ao hospital, ao nosso serviço de urgência e às nossas consultas externas”, disse Rosa Valente de Matos, num discurso em que tentou “acalmar a tranquilizar as pessoas”.

Na quarta-feira de manhã, um doente internado no serviço de cirurgia começou a apresentar sinais clínicos de possível infeção de sars-cov2, acabando por testar positivo.

Na mesma conferência de imprensa, João Varandas Fernandes, da direção clínica do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, sublinhou que foram cumpridas todas as normas de segurança, tanto do ponto de vista médico como clínico, e que não há perigo.

“Podem vir aos nossos serviços de urgência e consultas, que continuamos atentos e a trabalhar as horas que forem necessárias”, disse.

Os últimos dados conhecidos da Direção-Geral da Saúde, morreram 1.644 doentes infetados com Covid num total 45.277 casos conhecidos.

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