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Oito agentes da PSP condenados pelas agressões na Cova da Moura

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Justiça

O Tribunal de Sintra condenou, esta segunda-feira, a penas até cinco anos de prisão, oito dos 17 agentes da PSP acusados de, em 2015, agredirem e ofenderem seis jovens do bairro da Cova da Moura, na esquadra de Alfragide, na Amadora.

Só um agente irá cumprir pena efetiva, por já ter antecedentes criminais no exercício das suas funções. Foram todos absolvidos dos crimes de tortura e racismo.

O caso remonta a 5 de fevereiro de 2015, quando, segundo a acusação do Ministério Público (MP), os 17 agentes da PSP espancaram e ofenderam com insultos racistas e xenófobos, no interior da esquadra de Alfragide (Amadora), seis jovens da Cova da Moura.

Os factos, que terão acontecido após uma detenção alegadamente ilegal naquele bairro, terão sido depois “branqueados” nos autos de notícia dos acontecimentos. Em 2015, a PSP difundira que a esquadra tinha sido alvo de uma tentativa de invasão por cerca de uma dezena de amigos do jovem detido – uma versão reiterada, durante o julgamento, por pelo menos uma parte dos arguidos.

Nas alegações finais, o procurador do MP deixou cair as acusações de racismo e tortura, por considerar que os agentes da PSP não agiram com “ódio racial”, mas defendera a sua condenação pelos crimes de sequestro, falsificação de documento e ofensas à integridade física.

Atualidade

Autoridades empenharam mais de 150 elementos no transporte de combustível

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Camião

A GNR e a PSP asseguraram, no total, o transporte de combustível em 139 veículos pesados, empenhando 158 elementos nesta operação, na sequência da greve dos motoristas.

Dados divulgados à agência Lusa pelo Ministério da Administração Interna, que acrescenta que estes transportes de combustível foram realizados entre segunda-feira, dia 12 de agosto, e domingo, dia em que a greve foi desconvocada pelo segundo e último sindicato que a tinham convocado.

Devido à greve dos motoristas, o Conselho de Ministros declarou em 09 de agosto a situação de crise energética, tendo esta manhã, um dia depois da desconvocação da greve, decretado o seu fim a partir das 23:59 de hoje.

Para terça-feira está marcada uma reunião no Ministério das Infraestruturas e Habitação, em Lisboa, para a retoma de negociações entre a associação patronal Antram e o SNMMP.

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