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Novas ambulâncias do INEM ficam às escuras após avaria

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Das 20 novas ambulâncias do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) nove estão paradas e cinco ficaram às escuras após uma avaria elétrica, relata o “Jornal de Notícias” (JN) na edição desta terça-feira.

“As cinco ambulâncias [com avaria elétrica] estão a ser alvo de uma intervenção por parte da marca Iveco, revendo o sistema de sinalização de emergência que tem apresentado algumas anomalias”, explicou o INEM ao JN.

Os veículos em causa haviam sido entregues ao instituto no passado mês de abril. Contudo, as sirenes e as luzes de emergência desligam-se em andamento e a célula sanitária (onde viaja o utente e o técnico) fica sem energia para alimentar os dispositivos médicos.

Ao mesmo jornal, o vice-presidente do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar confirmou que a entidade recebeu “queixas diárias” por causa de ambulâncias com avarias. Rui Lázaro adiantou ainda que no Norte as viaturas com problemas estão a ser substituídas por outras “muito desgastadas”.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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