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Notas do 9.º ano descem a Português e Matemática volta à positiva

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As médias dos alunos do 9.º ano nos exames desceram este ano a Português e subiram a Matemática, voltando a uma média positiva, mas com uma taxa de reprovação ainda a rondar os 30%, segundo dados oficiais hoje divulgados.

Os exames de Matemática do 9.º ano registaram este ano uma classificação média de 55%, correspondente a um nível 3, o primeiro nível positivo na classificação até ao 3.º ciclo, que varia entre 1 e 5.

Os 55% de média este ano comparam positivamente com o ano anterior, uma vez que em 2018 a nota média foi de 47%, ou seja, negativa, de nível 2.

Apesar da melhoria, a taxa de reprovação na disciplina está próxima dos 30%: foi de 29% este ano, melhor do que os 33% em 2018.

Já o exame de Português registou uma nota média de 60%, abaixo dos 66% de 2018, mantendo-se o registo dentro do nível de classificação 3.

Apesar da média mais baixa, a disciplina registou este ano uma ligeira melhoria na taxa de reprovação, que baixou dos 6% para os 5%.

“Na prova de Português observou-se que cerca de 77% dos alunos obtiveram uma classificação igual ou superior a 50%, sendo que, na prova de Matemática, cerca de 60% dos alunos obtiveram classificação igual ou superior a 50%”, lê-se numa nota de imprensa do Júri Nacional de Exames que acompanha os dados divulgados hoje pelo Ministério da Educação (ME).

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Bolsonaro chama Greta Thunberg de “pirralha” após ativista defender causa indígena

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O Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, chamou a ativista sueca Greta Thunberg de “pirralha”, após a ambientalista ter alertado para as lutas dos povos indígenas e mostrado preocupação com o assassinato de líderes nativos no Brasil.

Ao sair do Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente do Brasil, Bolsonaro questionou a cobertura jornalística dada a Thunberg, de 16 anos, que no último domingo usou a rede social Twitter para partilhar informação sobre o assassinato de mais dois indígenas no estado brasileiro do Maranhão.

“A Greta já disse que os índios morreram porque estavam a defender a Amazónia. É impressionante a imprensa dar espaço para uma pirralha dessa aí. Pirralha”, declarou o chefe de Estado a jornalistas, em Brasília.

Bolsonaro referia-se às declarações da jovem no Twitter, em que afirmou que “os povos indígenas estão literalmente a ser assassinados por tentar proteger a floresta da desflorestação ilegal. Repetidamente. É vergonhoso que o mundo permaneça calado sobre isso”.

O comentário de Bolsonaro sobre a adolescente segue a mesma linha daqueles já efetuados pelo seu homólogo norte-americano, Donald Trump, que, em setembro, respondeu sarcasticamente a um vídeo da jovem ativista sobre sofrimento humano, morte de ecossistemas e iminente extinção em massa.

“Ela parece ser uma jovem menina muito feliz, que está a caminho de um futuro maravilhoso e brilhante. Muito bom ver isso”, ironizou Trump na ocasião.

Greta respondeu a Trump da mesma forma que retribuiu a Bolsonaro, colocando na sua biografia do Twitter as observações feitas pelo chefe de Estado.

Na manhã de sábado, dois membros da tribo Guajajara foram mortos a tiro e outros dois ficaram feridos numa estrada que corta uma reserva, no estado brasileiro do Maranhão.

As autoridades informaram que os disparos foram feitos por criminosos que estavam dentro de um veículo branco, mas não identificaram nenhum suspeito.

Foi também no Maranhão, há pouco mais de um mês, que ocorreu o assassinato de outro líder indígena, Paulo Paulino Guajajara, que atuava como guardião da floresta.

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