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Nó de Rio Maior do IC2 reaberto após obras de reabilitação do talude

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O nó de Rio Maior do Itinerário Complementar 2 (IC2), que liga à antiga Estrada Nacional 1, já foi reaberto à circulação rodoviária, após concluídas as obras de reabilitação do talude, anunciou a Infraestruturas de Portugal (IP).

“A Infraestruturas de Portugal concluiu a empreitada para a reabilitação do talude no nó de Rio Maior do IC2”, no distrito de Santarém, salientou a empresa responsável pela intervenção, que durou 120 dias e teve um custo de cerca de 320 mil euros.

De acordo com a IP, a empreitada serviu para “modelar o terreno de forma a suavizar a inclinação dos taludes existentes”.

Após concluída a intervenção, a empresa assegurou a estabilidade do talude, tendo reposto as condições de segurança da circulação no ramo do nó do IC2 em Rio Maior.

Em 05 de dezembro de 2018, a empresa proibiu a circulação automóvel neste nó, devido à instabilidade no talude decorrente de uma exploração de areia.

Na altura, a Infraestruturas de Portugal afirmou que a decisão foi tomada depois de uma monitorização que identificou “sinais de instabilidade no talude”.

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Porto e Gaia querem tabuleiro inferior da Ponte Luís I sem trânsito automóvel

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Foto: Wikipédia

As câmaras do Porto e de Gaia abandonaram a ideia de colocar passadiços no exterior do tabuleiro inferior da Ponte Luís I, que liga os dois municípios, e defenderam a exclusão do trânsito automóvel.

Numa sessão dedicada às pontes entre Porto e Gaia, no âmbito do Ciclo “Inovação Fora de Portas – Engenharia Civil à Mostra”, no Porto Innovation Hub, o vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, Pedro Baganha, revelou que o projeto está “parado e abandonado”, acrescentando que “não chegou a ir a Conselho de Cultura”, dado que chumbaria se tal sucedesse.

Quando foi anunciado, em 2015, o projeto previa a construção de dois passeios de dois metros do lado de fora do tabuleiro inferior da Ponte Luís I.

A construção dos passadiços suspensos custaria cerca de 600 mil euros e necessitaria da autorização da Direção Regional da Cultura do Norte. Contudo, as autoridades competentes do património levantaram dúvidas quanto a esta pretensão.

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