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“Não vai haver encerramento de maternidades por falta de ginecologistas” – Ministra da Saúde

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Bebé recém nascido

A ministra da Saúde, Marta Temido, garantiu esta segunda-feira que nenhuma maternidade do país vai encerrar por falta de ginecologistas/obstetras.

“Já disse isso. Não vai haver encerramento de maternidades por falta de ginecologistas/obstetras”, frisou a governante, à margem da celebração do terceiro aniversário da primeira unidade de cuidados continuados para crianças com doenças crónicas da Península Ibérica – Kastelo, em Matosinhos, distrito do Porto.

Marta Temido referiu que para “melhor responder” aquilo que é a atividade normal num período difícil, que é o período de férias, o Ministério da Saúde vai introduzir alterações na zona de Lisboa e Vale do Tejo.

“Sei que na zona Norte do país tem havido da parte de algumas direções de serviço alguma incompreensão sobre algumas escolhas que foram feitas pelo Ministério da Saúde em termos de distribuição de vagas”, frisou.

Contudo, explicou que existe um número limitado de recursos humanos e, por isso, a sua gestão tem de ser feita o melhor possível, canalizando essas para zonas mais carenciadas.

Independentemente de ter perceção de que existem zonas do país onde poderia haver um reforço de especialistas, a ministra reforçou que a distribuição de vagas é para sítios mais carenciados.

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PAN apela à intervenção de Marcelo e Costa na crise ambiental na Amazónia

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O PAN apelou hoje ao Presidente da República e ao primeiro-ministro que intervenham na crise ambiental na Amazónia, chamando os embaixadores do Brasil, Paraguai e Bolívia, e levando o possível congelamento de acordo com o Mercosul ao Conselho Europeu.

O eurodeputado do PAN (Pessoas-Animais-Natureza), Francisco Guerreiro, faz um conjunto de apelos em duas cartas abertas dirigidas ao chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, e ao líder do executivo, António Costa.

Francisco Guerreiro pede a Marcelo Rebelo de Sousa que garanta “que, na próxima visita oficial do Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, a Portugal, agendada para o início de 2020, os tópicos do desmatamento, da destruição da biodiversidade e da selva amazónica, da perseguição a ativistas ambientais, tal como a tentativa de usurpação de terras demarcadas indígenas, sejam prioritários na agenda bilateral”.

O deputado europeu quer também que o Presidente português chame o representante diplomático do Brasil e esclareça qual a posição oficial daquele país “relativamente ao cumprimento do Acordo de Paris e ao princípio do desmatamento zero”.

O PAN quer ainda que Marcelo solicite junto do secretário-geral da ONU, António Guterres, “os meios científicos, diplomáticos e financeiros que garantam a rápida e urgente elaboração de um roteiro internacional para a regeneração da floresta amazónica e que proactivamente incluam o Brasil, o Peru, a Colômbia, a Venezuela, o Equador, a Bolívia, a Guiana, o Suriname e a Guiana Francesa no centro deste roteiro”, assim como assegurar “junto das instituições europeias e dos países da CPLP o apoio a este roteiro internacional”.

Ao primeiro-ministro, o eurodeputado pede-lhe que convoque com urgência “os embaixadores do Brasil, do Paraguai e da Bolívia em Portugal para tomar conhecimento e discutir as ações que estão a ser tomadas pelos seus governos em relação aos atuais incêndios, ao desmatamento decorrente e à destruição generalizada da floresta amazónica”.

Francisco Guerreiro pretende ainda que António Costa garanta que, na próxima reunião do Conselho Europeu, a 10 e 11 de outubro, seja incluída na ordem de trabalhos “o congelamento, por tempo indeterminado, da implementação do Acordo Transnacional da União Europeia com o Mercosul”.

 

Com Lusa

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