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Município da Marinha Grande declara três dias de luto depois de morte de vereadora

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Foto: Facebook Câmara Municipal Marinha Grande

A vereadora do município da Marinha Grande Melina Mira Domingues, eleita pelo Movimento pela Marinha (MpM), faleceu este sábado de manhã vítima de doença súbita, disse à agência Lusa o líder daquela formação política.

Numa mensagem na página da Câmara, a presidente do município, Cidália Ferreira (PS), anunciou três dias de luto municipal e a colocação da bandeira do município a meia haste.

De acordo com a Câmara Municipal da Marinha Grande, as cerimónias fúnebres vão decorrer esta segunda-feira, às 17h30, na capela paroquial da Praia da Vieira. O velório está a decorrer na Casa Velório da Vieira.

Melina Domingues, de 42 anos, casada, residia na Praia da Vieira e deixa dois filhos menores, de 14 e nove anos. Licenciada em Marketing e Comércio Internacional, era diretora de qualidade de uma empresa sediada em Leiria e vereadora da oposição na autarquia da Marinha Grande, sem pelouros, em regime de substituição.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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