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Mulher desaparecida em Ponte de Lima encontrada morta

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A mulher de 72 anos que estava desaparecida desde domingo em Ponte de Lima, distrito de Viana do Castelo, foi esta terça-feira encontrada morta, disseram à Lusa fontes da GNR e da Proteção Civil.

“Podemos confirmar que a vítima foi encontrada já cadáver. O corpo foi detetado por um cidadão que estava a bordo de uma embarcação no rio Lima e que já tinha conhecimento do desaparecimento da mulher”, afirmou fonte da GNR.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viana do Castelo confirmou à Lusa que a mulher foi encontrada sem vida.

“A vítima, que estava desaparecida desde o dia 08 de setembro [domingo], foi encontrada já cadáver”, afirmou.

A mulher desapareceu durante as Feiras Novas, festividades do concelho de Ponte de Lima, que decorreram entre os dias 4 e 9 e terá sido vista pela última vez na Avenida dos Plátanos, em pleno centro da vila, junto ao rio Lima.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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