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Mulher acusada por agredir filho bebé julgada no Porto à porta fechada

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Justiça

O tribunal criminal de São João Novo, no Porto, começou a julgar hoje, à porta fechada, uma mulher acusada de causar lesões cerebrais ao seu filho com um mês de idade, disse fonte judicial.

A mulher é ainda acusada e pronunciada por reincidir nos maus-tratos ao bebé quando este entrou nos cuidados intensivos hospitalares. Em causa está a alegada prática de dois crimes de violência doméstica agravada.

O processo indica que a mulher, uma costureira de 29 anos presa preventivamente, abanou o bebé “de forma violenta”, com o alegado propósito de conseguir que parasse de chorar. Fê-lo ao longo de quatro dias, em outubro de 2018, até lhe causar síndrome de bebé abanado (‘shaken baby’).

O bebé começou por ser levado a um centro de saúde, foi reencaminhado para o hospital de Vila Nova de Famalicão e transferido para os Cuidados Intensivos do hospital central de São João, no Porto.

“Sofreu traumatismos no cérebro, em consequência dos deslocamentos violentos deste contra as paredes do crânio, causados pela forma violenta como a arguida o abanou”, simplifica o Ministério Público (MP), na acusação.

O MP acrescenta que, “depois de exames, de uma TAC [Tomografia Axial Computorizada] e ressonâncias magnéticas, os médicos confirmaram múltiplas lesões e hemorragias” na criança.

Ainda segundo o processo, no saco de maternidade da mulher foi encontrada, no dia em que o bebé teve alta no hospital de São João, “uma faca de cozinha, com comprimento total de 31 centímetros, sendo 20,5 centímetros de lâmina”.

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Leiria: Corpo de idosa desaparecida na Marinha Grande encontrado

Lídia Pereira, de 84 anos e residente em Vieira de Leiria, desapareceu no dia 5 de outubro, no Intermarché da Marinha Grande.

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Um corpo foi encontrado esta manhã, perto de Fonte Santa, na Marinha Grande, adiantou fonte da PSP de Leiria ao Notícias de Leiria.

“Tudo indica tratar-se da senhora que se encontrava desaparecida desde o dia 5 de outubro”, confirmou o Gabinete de Relações Públicas da PSP de Leiria, que ainda aguarda confirmação da Polícia Judiciária.

Segundo o Jornal da Marinha Grande, o cadáver encontrava-se já em elevado estado de decomposição mas as roupas coincidem com a descrição feita pelos familiares no dia do desaparecimento.

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