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Mortalidade infantil em Portugal abaixo da média da UE

Em 2017, as mais altas taxas de mortalidade infantil foram registadas em Malta, Roménia (6,7 mortes por mil) e na Bulgária (6,4), tendo as mais baixas sido observadas em Chipre (1,3) e na Finlândia (2).

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A taxa de mortalidade infantil na União Europeia (UE) fixou-se, em 2017, nas 3,6 mortes por mil nados-vivos, com Portugal a registar um valor abaixo da média (2,7 por mil), segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Eurostat.

Fazendo a análise a 20 anos (comparando com 1997), a mortalidade infantil caiu para mais de metade em Portugal (de 6,4 para 2,7 por cada mil nados-vivos) e quase para metade na UE (de 6,8 para 3,8).

Portugal tinha, em 2017, a sexta menor taxa de mortalidade infantil. Já em 2018, um aumento da taxa, de 2,69 para 3,28, levou a Direção-Geral de Saúde a anunciar que seria criado um grupo de trabalho para estudar a situação.

No ano passado, mais seis dezenas de crianças morreram até um ano de idade, num total de 289.

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GNR apreendeu atum-rabilho com mais de 200 quilos em Ílhavo

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A Unidade de Controlo Costeiro da GNR apreendeu na quarta-feira, na Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, um exemplar de atum-rabilho com 205 quilogramas, bem como 226 quilogramas de pescado fresco de diversas espécies, num valor estimado de 6.980 euros.

Segundo um comunicado da GNR, o pescado foi descarregado de uma embarcação de pesca costeira “sem cumprir com as obrigações respeitantes ao registo obrigatório no diário de pesca das quantidades estimadas de cada espécie, bem como a respetiva notificação prévia antes de chegada a porto”.

A GNR informa que, de acordo com a legislação em vigor, o atum-rabilho faz parte de uma das oito espécies de atum pertencentes à família “Scombridae”, sendo uma espécie e predador de topo, com elevada importância para a pesca comercial e que está em perigo de extinção.

“Foi identificado o mestre da embarcação e elaborado o respetivo auto de contraordenação pelas infrações de não registo obrigatório no diário de pesca e notificação prévia antes de chegada a porto, cujas coimas podem atingir os valores de 75 mil euros e os 125 mil euros, respetivamente”, refere a mesma nota.

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