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Morreu Terry Jones dos Monty Python

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Foto: Facebook Comicbook

O ator, encenador e realizador britânico Terry Jones, que cofundou o coletivo de humor Monty Python, morreu na terça-feira em Londres aos 77 anos, revelou a família.

Terry Jones sofria de demência desde 2015, uma doença com a qual lidou “de forma extremamente corajosa e sempre com sentido de humor”, refere a família num comunicado citado pela BBC.

“O trabalho dele com os Monty Python, os livros, filmes, programas de televisão, poemas e outros trabalhos viverão para sempre”, lê-se no mesmo comunicado.

Com uma carreira de 60 anos, Terry Jones cofundou em 1969 os Monty Python, um dos mais bem-sucedidos coletivos de comédia do mundo, do qual faziam parte também Eric Idle, Graham Chapman, John Cleese, Michael Palin e Terry Gilliam.

Terry Jones esteve em Portugal em 2011, a convite do Festival Internacional de Cinema do Funchal, e em 2008 apresentou em Lisboa o musical “Evil Machines”, no qual assinou o libreto e a encenação, com música original do compositor português Luís Tinoco.

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Governo e sindicatos voltam a negociar salários na função pública

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O secretário de Estado da Administração Pública, José Couto, e as três estruturas sindicais da Função Pública têm agendada uma nova ronda negocial sobre aumentos salariais, na sequência das contrapropostas apresentadas na segunda-feira pelos sindicatos.

Esta reabertura do processo negocial começou com o Governo a propor um aumento reforçado de sete euros para todos os funcionários públicos cujo salário está situado entre os níveis 4 e 5 da Tabela Remuneratória Única, ou seja, entre 635,07 euros e 683,13 euros, respetivamente, mantendo a atualização de 0,3% para os restantes trabalhadores.

Na última reunião, as três estruturas sindicais da função pública manifestaram a sua discordância com aumentos diferenciados, defenderam subidas mais robustas.

A Fesap aponta para 2,9%, a Frente Comum quer um aumento mínimo de 90 euros mensais para todos os funcionários públicos e a Frente Sindical liderada pelo Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE) defende uma atualização das remunerações e da Tabela Remuneratória Única em 2%.

Além disso, exigem e a reposição dos 25 dias úteis de férias, retirados durante a troika, e um aumento do subsídio de refeição face aos 4,77 euros atuais.

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