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Morreu o pai de Rui Veloso

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Reprodução Facebook

Aureliano Veloso, o primeiro presidente da câmara do Porto democraticamente eleito após o 25 de abril, (cargo que assumiu entre 1977 e 1979) morreu ontem aos 95 anos.

A informação foi esta quarta-feira avançada pelo Jornal de Notícias e confirmada em comunicado pelo presidente da Federação Distrital do Porto do Partido Socialista.

“No Partido Socialista, Aureliano Veloso será sempre recordado pela dedicação e afetividade que entregou à cidade do Porto”, indicou Manuel Pizarro.

Nascido na freguesia de Folgosinho, em Gouveia, em 25 de fevereiro de 1924, Aureliano Capelo Pires Veloso, licenciou-se em Engenharia Químico-Industrial pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto em 1949.

Aureliano Veloso era pai do músico e cantor Rui Veloso e irmão de Pires Veloso, candidato à presidência da República em 1980 que ficou conhecido como o “vice-rei do Norte”.

Em 2011, foi agraciado com a Medalha Municipal de Honra da cidade do Porto

As cerimónias fúnebres de Aureliano Veloso realizam-se esta quinta-feira, às 16:30, no Tanatório de Matosinhos, avançou o Jornal de Notícias.

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Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC) fizeram 11.235 mortos em 2018

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Os acidentes vasculares cerebrais causaram em 2018 o maior número de óbitos, com 11.235 mortes, mas os dados melhoraram em relação ao ano anterior, ao contrário das mortes por doenças respiratórias, que estão a aumentar, segundo o INE.

Os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) indicam que a redução das mortes por AVC nos últimos anos (de 13,9% em 2008 para 9,9% em 2018) foi a que maior impacto teve no decréscimo das mortes causadas por doenças do aparelho circulatório.

Em 2018 morreram 7.241 pessoas por doença isquémica do coração, menos 1% que no ano anterior, o que representa a segunda maior proporção de óbitos (6,4%) em Portugal.

Segundo o INE, registaram-se também 4.620 mortes por enfarte agudo do miocárdio, ou seja, 4,1% da mortalidade, com um aumento de 1,7% no número de óbitos em relação ao ano anterior (4.542).

Em comparação com os AVC e o enfarte agudo do miocárdio, a doença isquémica do coração apresenta as taxas brutas de mortalidade mais elevadas nos grupos etários inferiores a 65 anos.

As doenças do aparelho respiratório causaram 13.305 óbitos em 2018, um aumento de 3,8% em relação ao ano anterior, representando 11,7% da mortalidade total ocorrida no país.

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