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Música

Morreu o baixista dos Amor Electro, Rui Rechena

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Foto: Facebook Amor Electro

O músico Rui Rechena, baixista dos Amor Electro, morreu esta quarta-feira, aos 53 anos.

A notícia foi avançada pela própria banda nas redes sociais.

O músico, também conhecido por Rex, estava internado desde o dia 13 de junho, mas a banda não revelou a doença de que o músico sofria, nem as causas da morte.

“Hoje perdemos um amigo, um irmão, um pai, um companheiro, um músico. Alguém impossível de definir, uma espécie rara de se encontrar, uma bola de energia mágica que nos cerca para sempre”, escreveu a banda na rede social Facebook.

Em jeito de homenagem, os Amor Electro garantem que Rechena “transformava o banal em especial, trazia o sol com ele” e espalhava alegria.

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Música

José Cid recebe hoje Grammy de Excelência Musical em cerimónia nos EUA

Para José Cid, o reconhecimento internacional surge a par do reconhecimento nacional, que é “tão bom ou melhor” que os galardões além-fronteiras.

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O músico português José Cid recebe hoje, numa cerimónia em Las Vegas, nos Estados Unidos da América, um Grammy de Excelência Musical, da Academia Latina de Gravação, cuja atribuição foi anunciada em agosto.

O Grammy de Excelência Musical é atribuído “a artistas que fizeram contribuições de significado artístico excecional para a música latina”, de acordo com informação disponível no ‘site’ da Academia.

Além de José Cid, também Eva Ayllón, Joan Baez, Lupita D’Alessio, Hugo Fattoruso, Pimpinela, Omara Portuondo e José Luis Rodríguez “El Puma” vão receber hoje o mesmo galardão.

Em agosto, quando a Academia Latina de Gravação anunciou que José Cid iria receber o prémio, o músico disse à Lusa que esta distinção “é o corolário de muitos anos de trabalho, teimosia e persistência”, e lamentou que as grandes editoras não apostem mais em Portugal.

“Tenho uma homenagem pública nacional do país inteiro, de norte a sul, há décadas sobre décadas, há cidades em que já fui duas e três vezes e não se cansam, e as pessoas continuam, ao fim de duas horas e meia, a pedir mais e mais, ninguém se quer ir embora. E essa é a maior homenagem que posso ter, é o meu próprio país que ma dá, já com a minha idade, aos 77, porque tenho mantido a voz, a voz está cá toda”, disse na altura.

Na página oficial da Academia Latina de Gravação é referido, num pequeno texto dedicado ao músico português, que José Cid “adaptou-se sem esforço a influência da música popular anglo ao estilo original do pop rock português”.

“Em 1956, o surgimento de sua banda cover Os Babies marcou um momento de ‘antes e depois’ para o pop rock em Portugal. O seu próximo grupo, o Quarteto 1111, criou as bases do rock português, com uma forte tonalidade psicadélica e lançamentos inovadores, como o enorme sucesso de 1967 ‘A Lenda De El-Rei D. Sebastião’. Continuando como artista a solo, em 1978 lançou ‘10000 Anos Depois Entre Vénus e Marte’, considerado uma obra-prima do rock progressivo”, salienta a mensagem da Academia.

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