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Morreu o autor Quino, criador de Mafalda

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O autor argentino Quino, célebre por ter criado a contestatária personagem de banda desenhada Mafalda, morreu hoje, em Mendoza, na Argentina, aos 88 anos, revelou a agência Efe.

Joaquín Salvador Lavado, conhecido como Quino, desenhou e publicou vários livros de desenho gráfico para um público mais adulto, nos quais predomina um humor corrosivo e negro sobre a realidade social e política.

Mas ficou célebre por uma personagem que se tornou numa das mais improváveis comentadoras políticas da atualidade, Mafalda, que surgiu pela primeira vez em 1964.

Quino deixou de desenhar Mafalda em 1973, mas o interesse pela personagem perdura até hoje.

Em 2014, venceu o Prémio Príncipe das Astúrias de Comunicação e Humanidades.

 

Lusa

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SIC exige a Cristina Ferreira 20 milhões de euros de indemnização

A saída de Cristina Ferreira da SIC foi conhecida em 17 de julho, altura em que foi anunciado que iria regressar à TVI em setembro como diretora e tornar-se acionista da Media Capital.

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Foto: facebook.com/cristinaferreiratv

A SIC já deu entrada com um processo contra a apresentadora e diretora de ficção e entretenimento da TVI, Cristina Ferreira, no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, para o pagamento de uma indemnização de 20 milhões de euros.

De acordo com o portal Citius, consultado pela Lusa, o processo da SIC – Sociedade Independente de Comunicação contra Cristina Maria Jorge Ferreira e a empresa Amor Ponto, Lda, deu entrada no dia 23 de setembro, e visa o pagamento de uma indemnização, no valor de 20.287.084,54 euros, na sequência do incumprimento do contrato com a SIC.

Contactada pela Lusa, fonte oficial da SIC confirmou “que deu entrada ontem [quarta-feira] um processo” contra Cristina Ferreira no tribunal.

Em 19 de agosto, foi tornado público que a SIC exigia uma indemnização de 20 milhões de euros à apresentadora, devido ao incumprimento do contrato que estava em vigor até 2022, mas Cristina Ferreira refutou e disse que iria defender os seus interesses “até às últimas instâncias”.

Sobre esta matéria, “gostaria apenas de esclarecer que a referida quantia não tem qualquer fundamento ou base contratual, pelo que refuto em absoluto a pretensão daquela entidade, estando disposta a assegurar e defender os meus interesses até às últimas instâncias”, declarou Cristina Ferreira, na altura.

O montante apurado tem em conta, além do incumprimento do contrato, os prejuízos calculados por perdas de receitas em IVR (concursos com chamadas de valor acrescentado), em publicidade, em patrocínios e em ações comerciais.

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