Ligue-se a nós

Atualidade

Morreu o antigo presidente da Câmara Avelino Ferreira Torres

Publicado

Foto: Facebook Município de Marco de Canaveses

O antigo presidente da Câmara de Marco de Canaveses Avelino Ferreira Torres morreu esta segunda-feira no Hospital de Penafiel, com 74 anos, vítima de doença prolongada, disse à Lusa fonte autárquica.

Avelino Ferreira Torres, que liderou a autarquia, de 1983 até 2005, sempre eleito pelo CDS, encontrava-se acamado há alguns meses, na sua residência, na localidade de Tuías, Marco de Canaveses, distrito do Porto.

O antigo presidente da Câmara de Marco de Canaveses conduziu a autarquia durante 22 anos, sempre pelo CDS, partido cuja concelhia também chegou a liderar.

Em 2005, Torres deixou a autarquia de Marco de Canaveses para se candidatar, como independente, à presidência da Câmara de Amarante, concelho de onde era natural, precisamente da freguesia rural de Rebordelo.

Após uma intensa e mediática disputa com o socialista Armindo Abreu, Avelino Ferreira Torres acabou por perder aquela eleição em Amarante e regressou a Marco de Canaveses, onde se tornou a candidatar em 2009 e 2013, como independente, voltando a perder, nas duas vezes para o social-democrata Manuel Moreira.

Ao longo da sua carreira política, esteve envolvido em vários casos judiciais, acabando por ser absolvido num deles e visto a sua condenação prescrever noutro, após sucessivos recursos.

A Câmara de Marco de Canaveses decretou três dias de luto municipal, como se lê numa publicação nas redes sociais.

Publicidade

COMENTÁRIOS

Atualidade

Farmácias vão parar 23 minutos esta quarta-feira

Publicado

As farmácias vão parar 23 minutos esta quarta-feira, das 15 horas às 15h23, para sensibilizar o Estado para o pagamento de serviços prestados gratuitamente, principalmente durante a pandemia da covid-19.

Nesse período a plataforma informática de dispensa das receitas eletrónicas ficará inativa, mas Manuela Pacheco, presidente da Associação de Farmácias de Portugal, garante que a paragem não vai comprometer a prestação de serviços aos utentes. Segundo a responsável, o objetivo é «sensibilizar» para a situação «de risco» das farmácias e reivindicar medidas que possam «garantir a sua sobrevivência».

Em declarações à Rádio Observador, Manuel Pacheco adiantou que as farmácias tiveram 12 mil processos de utentes que não podiam dirigir-se aos hospitais e que precisavam de medicação e, por isso, assumiram uma dívida de 76 milhões de euros para garantir acesso a medicamentos.

Continue a ler

Populares