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Morreu jogador do Alverca que tinha sofrido paragem cardiorrespiratória

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Foto: Facebook FC Alverca Futebol SAD

O futebolista brasileiro Alex Apolinário, do Alverca, morreu hoje, anunciou o clube do Campeonato de Portugal nas redes sociais, depois de ter sofrido uma paragem cardiorrespiratória no domingo, no jogo frente ao União de Almeirim.

“Com profundo pesar comunicamos, de acordo com as informações prestadas pelo corpo médico do Hospital de Vila Franca de Xira, o falecimento por morte cerebral do nosso atleta Alex Sandro dos Santos Apolinário, esta manhã. O FC Alverca Futebol SAD prestará todo o apoio necessário a seus familiares” refere o clube.

O Alverca acrescenta que todas as atividades do clube estão canceladas “neste momento de luto”.

No domingo, Alex Apolinário sofreu uma paragem cardiorrespiratória durante o jogo entre Alverca e União de Almeirim, a contar para a 10.ª jornada da Série F do Campeonato de Portugal, que acabou por ser interrompido.

O jogador brasileiro caiu inanimado, ao minuto 27 do jogo, quando se deslocava no campo do Complexo Desportivo do Futebol Clube de Alverca, sem que estivesse a disputar qualquer lance.

Alertado para o sucedido por vários jogadores, o árbitro Gonçalo Carreira, de Leiria, interrompeu a partida e as equipas médicas entraram de imediato em campo.

Alex Apolinário foi transportado para o Hospital de Vila Franca de Xira pelos bombeiros de Alverca, que realizaram manobras de reanimação ainda no relvado.

O jogador, de 24 anos, chegou ao futebol português em 2018/2019 para alinhar pelo Alverca, após ter representado o Cruzeiro e o Atlético Paranaense no Brasil.

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Abstenção mais elevada de sempre em eleições para PR

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A abstenção nas eleições presidenciais deste domingo foi de 54,55 por cento no território nacional.

Nestas eleições em contexto de pandemia,  votaram 4,2 milhões de eleitores, menos de metade dos 9,3 milhões de inscritos no território nacional.

A taxa de abstenção, que se situou nos 54,55 por cento, foi a mais elevada em eleições presidenciais, ultrapassando a registada na reeleição de Cavaco Silva, em 23 de janeiro de 2011, em que 53,56 por cento dos eleitores optaram por não ir às urnas.

Estes dados referem-se apenas a Portugal continental e Regiões Autónomas, faltando apurar todos os resultados das votações no estrangeiro.

As eleições presidenciais de 2021 voltaram a confirmar a tendência para uma maior abstenção quando se trata de um segundo mandato.

Os votos brancos atingiram 1,11 por cento e os nulos 0,94 por cento. No primeiro caso, esta percentagem foi menor relativamente às eleições presidenciais de 2016, nas quais se registaram 1,24 por cento de votos brancos, mas os votos nulos foram, nestas eleições, em maior percentagem em comparação com os 0,92 por cento de 2016.

 

Lusa

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