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Morreu a primeira vaca clonada no mundo, aos 21 anos

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Kaga, primeira vaca clonada do mundo, nasceu em julho de 1998 no Centro Provincial de Investigação de Gado de Ishikawa, como parte de uma investigação da então Universidade Kinki (atual Universidade de Kindai), que utilizou a mesma técnica usada dois anos antes para clonar a ovelha Dolly no Reino Unido.

Como resultado da pesquisa japonesa sobre clonagem de bovinos, nasceram duas vacas gémeas, Kaga e Noto, que morreu em maio de 2018.

Kaga, que morreu de velhice com 21 anos e três meses (a expectativa de vida das vacas é entre 20 e 25 anos) começou a ter problemas para se alimentar em setembro e estava a receber suplementos nutricionais e anti-inflamatórios nas pernas, de acordo com a explicação dos funcionários do centro à agência de notícias Kyodo.

No início de outubro, o animal não resistiu e a sua morte foi declarada agora, acrescentaram as fontes.

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Detidos cinco suspeitos de envolvimento na morte de estudante cabo-verdiano em Bragança

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Cinco homens foram detidos por suspeita de estarem envolvidos na morte do estudante cabo-verdiano em Bragança, informou hoje a Polícia Judiciária (PJ).

As detenções acontecem quase um mês depois dos factos ocorridos na madrugada de 21 de dezembro, em Bragança, em que uma desavença num bar terá estado na origem da agressão.

O estudante cabo-verdiano Giovani Rodrigues foi encontrado sozinho caído na rua e acabou por morrer 10 dias depois, num hospital do Porto.

Com a morte, na madrugada de 31 de dezembro, o caso passou para a alçada da Polícia Judiciária que informou hoje que procedeu, na quinta-feira, “a buscas domiciliárias, inquirições e interrogatórios de várias pessoas, suspeitas de estarem envolvidas nos acontecimentos que determinaram a morte daquele jovem”.

“Na sequência desta ação operacional, envolvendo investigadores e peritos da Polícia Judiciária, foram detidos cinco homens, com idades entre os 22 e os 35 anos, tendo sido apreendidos elementos probatórios relevantes”, refere, em comunicado.

A PJ indica ainda que “a investigação tem vindo a ser conduzida em estreita articulação com o Ministério Publico de Bragança, titular do Inquérito”.

Os detidos vão ser presentes para interrogatório judicial, que deverá ocorrer no tribunal de Bragança, desconhecendo-se ainda a hora, sendo que a PJ adianta também que “oportunamente serão prestados esclarecimentos adicionais”.

O jovem cabo-verdiano tinha chegada há pouco mais de um mês para estudar na escola de Mirandela do Instituto Politécnico de Bragança (IPB).

Na noite dos acontecimentos, Giovani Rodrigues terá saído com mais três amigos e no bar Lagoa Azul um dos elementos do grupo terá tido uma desavença com outro homem, como confirmou aquele estabelecimento comercial, sublinhando que a vítima não esteve envolvida.

Os amigos de Giovani relataram que, depois de saírem do bar, um grupo de “cerca de 15 pessoas” os aguardava mais à frente, já na avenida Sá Carneiro, e terão começado a agredir o elemento que esteve envolvido no desentendimento.

De acordo com os relatos, Giovani e os restantes amigos terão tentado parar a contenda e este terá sido atingido com uma paulada na cabeça.

O jovem cabo-verdiano foi encontrado mais de um quilómetro depois, sozinho e caído inanimado na rua.

Os bombeiros de Bragança confirmam terem sido chamados para um caso de “intoxicação”, o termo técnico usado na emergência médica para situações que envolvem excesso de álcool, entre outras.

Só quando a equipa de socorro observou o jovem é que se apercebeu que tinha um hematoma na cabeça. A vítima foi transportada para o hospital de Bragança que avisou a PSP de que apresentava sinais de agressão.

De Bragança foi transferido para o hospital de Santo António, no Porto, onde morreu na madrugada de 31 de dezembro.

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