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Morreu a primeira vaca clonada no mundo, aos 21 anos

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Kaga, primeira vaca clonada do mundo, nasceu em julho de 1998 no Centro Provincial de Investigação de Gado de Ishikawa, como parte de uma investigação da então Universidade Kinki (atual Universidade de Kindai), que utilizou a mesma técnica usada dois anos antes para clonar a ovelha Dolly no Reino Unido.

Como resultado da pesquisa japonesa sobre clonagem de bovinos, nasceram duas vacas gémeas, Kaga e Noto, que morreu em maio de 2018.

Kaga, que morreu de velhice com 21 anos e três meses (a expectativa de vida das vacas é entre 20 e 25 anos) começou a ter problemas para se alimentar em setembro e estava a receber suplementos nutricionais e anti-inflamatórios nas pernas, de acordo com a explicação dos funcionários do centro à agência de notícias Kyodo.

No início de outubro, o animal não resistiu e a sua morte foi declarada agora, acrescentaram as fontes.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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