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ModaLisboa começa hoje

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Foto: Facebook Moda Lisboa | Luis Carvalho em Paris

A apresentação das coleções de seis jovens marcas e criadores de moda e uma conversa sobre qual pode ser o impacto positivo daquela indústria abrem hoje a 53.ª edição da ModaLisboa, que decorre na zona do Campo de Santa Clara.

O arranque desta edição está marcado para as 17:00 no Palácio Sinel de Cordes, sede da Trienal de Arquitetura de Lisboa, com a apresentação das coleções de António Castro, Archie Dickens, Cristina Real, Federico Protto, Opiar e Rita Afonso.

Cada criador “escolhe uma forma de apresentar a coleção, que não encaixa nos moldes clássicos do desfile”.

O programa de hoje da ModaLisboa inclui também as ‘Fast Talks’, às 18:00, no Mercado de Santa Clara, em que vai tentar perceber-se “qual pode ser o impacto positivo da indústria da moda”.

“Tentamos perceber de que modo pode este setor pode ser responsável por uma mudança de comportamentos e atitudes que acompanhem as urgentes necessidades ambientais, sociais e éticas do planeta, evitando o seu desgaste e o aumento de problemas”, refere a organização.

A 53.ª edição da ModaLisboa, durante a qual são apresentadas coleções para a próxima primavera/verão, prossegue na sexta-feira nas Antigas Oficinas Gerais de Fardamento e Equipamento.

Até domingo serão apresentadas as coleções de, entre outros, Valentim Quaresma, Awaytomars, Nuno Gama, Patrick de Pádua, Ricardo Preto, Luís Onofre, Ricardo Andrez, Dino Alves, Constança Entrudo, Gonçalo Peixoto, Carlos Gil e Luís Carvalho.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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