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ModaLisboa começa hoje

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Foto: Facebook Moda Lisboa | Luis Carvalho em Paris

A apresentação das coleções de seis jovens marcas e criadores de moda e uma conversa sobre qual pode ser o impacto positivo daquela indústria abrem hoje a 53.ª edição da ModaLisboa, que decorre na zona do Campo de Santa Clara.

O arranque desta edição está marcado para as 17:00 no Palácio Sinel de Cordes, sede da Trienal de Arquitetura de Lisboa, com a apresentação das coleções de António Castro, Archie Dickens, Cristina Real, Federico Protto, Opiar e Rita Afonso.

Cada criador “escolhe uma forma de apresentar a coleção, que não encaixa nos moldes clássicos do desfile”.

O programa de hoje da ModaLisboa inclui também as ‘Fast Talks’, às 18:00, no Mercado de Santa Clara, em que vai tentar perceber-se “qual pode ser o impacto positivo da indústria da moda”.

“Tentamos perceber de que modo pode este setor pode ser responsável por uma mudança de comportamentos e atitudes que acompanhem as urgentes necessidades ambientais, sociais e éticas do planeta, evitando o seu desgaste e o aumento de problemas”, refere a organização.

A 53.ª edição da ModaLisboa, durante a qual são apresentadas coleções para a próxima primavera/verão, prossegue na sexta-feira nas Antigas Oficinas Gerais de Fardamento e Equipamento.

Até domingo serão apresentadas as coleções de, entre outros, Valentim Quaresma, Awaytomars, Nuno Gama, Patrick de Pádua, Ricardo Preto, Luís Onofre, Ricardo Andrez, Dino Alves, Constança Entrudo, Gonçalo Peixoto, Carlos Gil e Luís Carvalho.

Atualidade

Portugal no bom caminho de atingir metas climáticas para 2030

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Portugal é o país da União Europeia  mais perto de atingir as suas metas climáticas de redução de emissões até 2030, relativamente aos níveis de 2005, segundo um relatório hoje publicado pela Comissão Europeia.

No relatório, o executivo comunitário prevê que, com as medidas atuais, Portugal ultrapassará em 23% a meta estipulada pela Comissão Europeia para 2030 (uma redução de 17% das emissões de gases com efeito de estufa relativamente aos níveis de 2005), atingindo um declínio de 40% das emissões.

Caso sejam introduzidas as medidas adicionais previstas no Plano Nacional de Energia e Clima (PNEC), a Comissão prevê que Portugal registe uma redução de 47%.

 

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